Com Lula encurralado, já são três as armações com cheiro de “gópi”
20 de outubro de 2026 § 1 comentário


Lula deu a senha do “gópi” ao vivo no debate da Band de domingo.
Encurralado nas cordas, a máscara da “democracia” caiu:
“Você se prepare, porque no dia 25, você vai perder a imunidade e você vai ter problema, porque a sua vida tem muito inquérito que agora vai andar. Se os seus amigos não estão deixando andar, agora vai andar”.
Ele apenas assumiu a autoria do que os seus laranjas já vinham preparando e o Vespeiro vem denunciando há meses: o PT e seus pares no STF já têm engatilhados três processos para melar a eleição deste ano.
O primeiro deles está nas mãos de Flávio Dino, o ministro comunista graças a Deus, e se baseia na acusação de “interferência internacional” nas eleições.

O TSE, a PGR e a PF já rechaçaram a tese, mas o STF, não.
A partir de uma denúncia vaga de uma reportagem insinuante escrita por um jornalista suspeito, o PT acusa a campanha de Flávio Bolsonaro de ter recebido aportes de uma misteriosa Rockbridge Network, entidade ligada ao vice-presidente americano J. D. Vance.
O caso foi cair nas mãos de Dino por intermédio de mais um “jabuti” processual que o tirou da alçada do TSE, neste momento sob o comando dos “inimigos” Nunes Marques e André Mendonça.
A denúncia foi transformada numa Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), o instrumento pelo qual cassaram a elegibilidade de Jair Bolsonaro em 2022, e numa Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), esta para justificar que a coisa fique não apenas na alçada do STF, mas diretamente nas mãos de Flávio Dino.
A segunda bala no tambor é outra AIJE.
A campanha de Lula pediu a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro, sob a acusação de que a Meta usou algoritmos e ferramentas de inteligência artificial para favorecer o adversário.

A Meta afirma que trata as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro de forma igualitária no Facebook, no Instagram e no WhatsApp.
A empresa reconheceu uma falha no seu sistema de IA que afetou o planeta inteiro e, no Brasil, teria causado diferenças na geração de imagens eleitorais, mas afirmou que o problema já foi corrigido.
A queixa foi dirigida primeiro ao TSE, mas o ministro Marco Aurélio Bellizze constatou a existência dessa falha técnica e concluiu que não há elementos preliminares suficientes para concluir que houvesse tratamento deliberado ou sistemático contra a candidatura de Lula.
A resposta do PT foi entrar com a mesma queixa no “seu” STF…
Finalmente, o terceiro petardo está nas mãos justamente dele: Alexandre de Moraes.
A Polícia Federal de Andrei Rodrigues, o ex-guarda-costas de Lula, encaminhou ao Supremo outra “investigação” contra Flávio Bolsonaro, desta vez para apurar “suspeitas de lavagem de dinheiro” envolvendo sua relação com o advogado Willer Tomaz.
O caso, que envolve possíveis irregularidades de empresas de pagamentos digitais e o mercado de apostas esportivas, tramitava na primeira instância do Rio Grande do Sul.
Durante as diligências, os investigadores relataram ter identificado indícios de que Willer Tomaz obteve licença para operar uma bet do então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.

Os dados extraídos da nuvem do celular do advogado conteriam também, segundo fontes anônimas do UOL, da Folha de S.Paulo, contatos de Willer com Flávio Bolsonaro, o que ensejou o envio do caso ao STF em razão do foro privilegiado do senador. Uma vez lá, ele foi “distribuído por sorteio” para Moraes.
O material reunido pela PF incluiria, segundo as mesmas fontes do UOL, registros de encontros, festas e reuniões entre Flávio e Willer, e menções a uma conta bancária em que Flávio apareceria como “usuário master”.
Willer Tomaz foi alvo de busca e apreensão em agosto, durante a Operação Sem Desconto, em uma investigação relacionada a suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador Weverton Rocha (PDT-MA).
Segundo revelou a CNN, o caso avançou muito rapidamente e de forma atípica em um curtíssimo período.
Consta que o inquérito foi remetido ao STF no dia 8 de outubro, autuado e distribuído a Moraes no dia 16 de outubro, e já haveria diligências em curso antes de abrir vista ao Ministério Público.
A defesa de Flávio afirmou que a relação dele com o advogado Willer Tomaz se limita à amizade entre as famílias e diz que são falsas as informações sobre contas bancárias compartilhadas.
O processo acendeu um sinal de alerta na campanha de Flávio, diante da possibilidade de Moraes tomar alguma decisão ainda nesta semana, de forma a prejudicar o candidato a poucos dias do segundo turno, ainda que uma ação pró-Lula patrocinada por Moraes, a esta altura de uma eleição cujo resultado no primeiro turno veio com uma marca forte de repúdio do eleitorado às intromissões do STF, possa favorecer Flávio Bolsonaro.
Seja como for, hoje o desafiante de Lula pediu a Alexandre de Moraes acesso aos autos do novo inquérito.

bastante gente assombrada com a possibilidade de fraude ou golpe – vejamos porém:
pode até ocorrer uma tentativa de golpe ou fraude na Eleição Presidencial de 2026, mas creio que não conseguirão, pois ainda há muita gente séria nesse país – como se sabe, as pessoas sérias não querem mais a pelegada no governo.
eu imagino que eles (pelegada) não terão coragem de replicar 2022, pois a Cavalaria do Norte está de prontidão e as consequências são bem conhecidas – se FB for leito e o Sistema L não entregar o Poder, severas e pesadas sanções virão.
tudo isso somado resulta em um Brasil pária, semelhante a um morador de rua.
de resto o empresariado brasileiro vai se levantar e haverá risco de guerra civil.
EUA não está interessado no Brasil porque gostam dos brasileiros e de suas lindas muchachas – como se sabe, governos não têm amigos – têm interesses – o interesse deles (EUA) é tirar o Brasil do colo da China e da Rússia justamente porque querem evitar a presença de uma nova Cuba nas vizinhanças – trata-se então de uma das mais importantes e estratégicas questões relacionadas a geopolítica da história recente.