Fernão, há uma regra básica na natureza. A regra da utilidade. Esse é o verdadeiro principio da evolução ( que Darwin buscava). Então, a melhor maneira de entender essa regra é seguir pelo principio da simplicidade (navalha de Ocam): “sempre que houver m,ais de uma alternativa a mais simples é a melhor”.
Como aplicar isso? Muito simples. Veja bem, tudo o que há na natureza, de todos os reinos – mineral, vegetal e animal – é enquadrado segundo a respectiva utilidade. Uma pedra, pode ser útil ou não. Se for útil tem valor. CAso contrario é lixo, entulho, não presta.
E isso se aplica também aos vegetais: alguns são ervas e devem ser extirpados, outros produzem utilidades, portanto têm valor. .
Com os humanos é a mesma coisa.
O Lulinha era extremamente útil (para abrir portas, facilitar contratos e negociatas) apenas enquanto o respectivo pai tinha poderes. Agora que essa validade venceu, o rapaz virou sujeito, qualquer um do povo, um inservível, peso morto, balofo. Um monte de banha.
Você não concorda Fernão?
“Entia non sunt multiplicanda sine necessitate!” ou
“pluralitas non est ponenda sine necessitate”.
Veja que o final, único, define – sine necessitate – como sentença: desnecessário que, em verdade, é sinônimo de inútil.
Qual será a utilidade do pai do lulinha, depois do dia 25 de outrubro?
Nenhuma, virou peso morto, vai pro lixo.
Fernão, há uma regra básica na natureza. A regra da utilidade. Esse é o verdadeiro principio da evolução ( que Darwin buscava). Então, a melhor maneira de entender essa regra é seguir pelo principio da simplicidade (navalha de Ocam): “sempre que houver m,ais de uma alternativa a mais simples é a melhor”.
Como aplicar isso? Muito simples. Veja bem, tudo o que há na natureza, de todos os reinos – mineral, vegetal e animal – é enquadrado segundo a respectiva utilidade. Uma pedra, pode ser útil ou não. Se for útil tem valor. CAso contrario é lixo, entulho, não presta.
E isso se aplica também aos vegetais: alguns são ervas e devem ser extirpados, outros produzem utilidades, portanto têm valor. .
Com os humanos é a mesma coisa.
O Lulinha era extremamente útil (para abrir portas, facilitar contratos e negociatas) apenas enquanto o respectivo pai tinha poderes. Agora que essa validade venceu, o rapaz virou sujeito, qualquer um do povo, um inservível, peso morto, balofo. Um monte de banha.
Você não concorda Fernão?
“Entia non sunt multiplicanda sine necessitate!” ou
“pluralitas non est ponenda sine necessitate”.
Veja que o final, único, define – sine necessitate – como sentença: desnecessário que, em verdade, é sinônimo de inútil.
Qual será a utilidade do pai do lulinha, depois do dia 25 de outrubro?
Nenhuma, virou peso morto, vai pro lixo.
A natureza é incontestável!
Ele HABITOU entre nós: seja feita Sua vontade!