Como funciona a China com um fuso e sem liberdade para migração interna
19 de outubro de 2026 § 2 Comentários

Sergio Habib, presidente da JAC Motors Brasil, explica as diferenças entre a realidade chinesa, sem democracia e com profundas diferenças culturais, e a do resto do mundo.
É outro mundo, como sempre foi. Não à toa, a China já passou por sazonalidades duradouras de desenvolvimento e de estaganação que independem do que acontece no resto do mundo, embora o Projeto Colombo tenha injetado US$ 14 TRILHÕES no sudeste asiático e isso mudou países, como Singapura.
Resta saber se as novas tecnologias aproximarão a cultura chinesa da do resto do mundo ou se eles terão outros períodos de isolamento sociocultural.
Tudo dependerá da balança comercial entre o nível de exportações e importações, além do custo da mão de obra, algo que já deixou de ser um atrativo para que indústrias estrangeiras se instalem por lá.
A própria China está buscando agora, a mão de obra e o minério de ferro da África.
Será que a África será a próxima China, ou será a Índia?
Muitas surpresas no futuro.
Ou seja, essa China é, comparativamente, o que foi a União Soviética: a somas de “nações” distintas, social e economicamente, e mantidas sob um governo central imperial.
O que o vídeo não diz é o número de “províncias” com movimentos separatistas ativos.
A miséria era o “status quo” dominante até os anos 90.
Hoje, apesar desse grau de industrialização, o consumo de energia elétrica é muito alto e crescente. E as geradoras são térmicas o que cria uma dependência externa ( petróleo, Rússia, Iran ) bastante importante.