Máscara cai após derrota e esquerda raivosa está de volta

14 de outubro de 2026 § Deixe um comentário

A derrota no primeiro turno trouxe de volta o ódio destilado desde sempre pela militância de esquerda.

Depois de pichações e depredações na Paulista, um ato eleitoral no Largo da Batata, em São Paulo, selou a radicalização dos apoiadores de Lula, que também estão fazendo o diabo pela reeleição, e não apenas nas redes sociais.

Até xingaram e arremessaram gelo em um repórter da Jovem Pan que cobria a manifestação.

Com jovens de esquerda no comando, o evento foi marcado por apelos pelo fim da “esquerda paz e amor”.

Foi o que pediu Leonardo Grandini (PT), eleito deputado estadual.

No comício, ele falou em resistência e bradou que agora é “guerra”, depois de cantar com o público “Ei, Bolsonaro, vai tomar no c*”.

Também eleita para a Alesp por Ribeirão Preto, Duda Hidalgo (PT), de 27 anos, se declarou bissexual e citou trecho de um jingle de oposição a Flávio Bolsonaro, que diz “na cabeça do meu p*”.

Já a recém-eleita deputada federal Natália Boulos (Psol) disse que podem “contar com ela para amassar os bolsonaristas no Congresso”.

Também do Psol, Sofia Favero, terceira mais votada para a Alesp, disse que travestis são o terror dos fascistas: “E vamos colocar a Eduarda Campopiano na lata de lixo da história”.

Eduarda foi eleita pelo PL com 1,9 milhão de votos para a Alesp.

Diante dos discursos de ódio, os ex-ministros Fernando Haddad (PT), Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) viraram espectadores, ao contrário dos deputados Guilherme Cortez e Érika Hilton, ambos do PSOL, que foram ovacionados por um público sedento por sangue.

Segurança de
Haddad escolta
repórter

No meio do evento, quando tentava fazer uma entrada ao vivo na área reservada aos veículos de imprensa, o repórter da Jovem Pan João Vitor Revedilho foi hostilizado por um grupo de militantes petistas no ato.

Ele precisou ser escoltado pela segurança do ex-ministro Fernando Haddad e pela vereadora Luna Zaratinni para deixar o local.

A reportagem do UOL acompanhou os xingamentos e denunciou que os militantes jogaram gelo no repórter.

“Quando segurou o microfone da emissora, começaram os gritos de ‘fascistas’, que depois foram dirigidos também a outros repórteres”, relatou o portal.

Manifestantes a favor da reeleição do presidente Lula encheram as ruas em pelo menos 37 cidades de todas as regiões do país.

Desde sexta, ao menos 24 capitais registraram atos de campanha, caminhadas e mutirões.

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