Após a derrota nas urnas, cai a máscara da esquerda raivosa
8 de outubro de 2026 § 1 comentário


Os seguidores de Lula saíram do controle.
Após o primeiro turno, em que Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos e parlamentares e governadores de direita bateram recordes de votação, pipocaram nas redes sociais mensagens de perfis identificados com a esquerda defendendo medidas autoritárias, violência política e ataques a adversários.
Segundo o portal A Investigação, entre as postagens, houve pedidos para dissolver o Congresso, anular a eleição e promover uma campanha de violência contra pastores, políticos e eleitores.
Algumas publicações defenderam uma revolução mais violenta que a chinesa, mencionaram a execução da família do czar russo e ameaçaram igrejas.
Em grupos de WhatsApp, participantes citaram o uso de atiradores contra Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato, além de defenderem que um deputado fosse colocado “no paredão” e que uma deputada estadual eleita fosse morta a tiros.
Também circularam propostas de disseminação de informações falsas e ataques pessoais, incluindo alegações de que Flávio Bolsonaro elevaria para 70 anos o tempo de contribuição e proibiria o Pix e o casamento homoafetivo.
Deputado federal mais votado da história do Paraná, o advogado Jeffrey Chiquini afirmou que André Janones criou um grupo para propagar fake news contra Flávio Bolsonaro e está cometendo crime eleitoral.
Ele desmentiu declarações feitas por Janones sobre aposentadorias envolvendo Flávio e informou que levará o caso ao Ministério Público, onde pretende apresentar o material relacionado às publicações e pedir providências sobre o episódio.
O desespero
da campanha
de Lula
No lado oficial, aliados de Lula defendem mudanças na comunicação para tentar reverter a vantagem de Flávio Bolsonaro no segundo turno, com maior presença nas redes sociais e mobilização nas ruas.
O presidente ouviu parlamentares jovens e, para não perder o poder, admitiu ampliar a produção de vídeos diretos, inclusive no formato selfie, com a promessa de publicar conteúdos diariamente.
Até hoje, ele se orgulhava de não usar celular.
Setores do PT também criticaram a participação da primeira-dama Janja Lula da Silva em reuniões e eventos de campanha.
Eles pedem “mais Alckmin e menos Janja”.
Enquanto isso, o ex-ministro Tarso Genro questionou o novo lema eleitoral anunciado por Lula: “Para o povo trabalhador, a proteção. Para o bandido, a prisão”.







ADORAM A DITADURA DOS CAMARADAS…
Como sempre, a esquerdalha instrumentalizada nunca tem argumentos e age como Ernesto Che Guevara e Fidel Castro ensinaram: Um bom paredón, uma boa bala e um bom caixão para quem não concordar com a ignomínia comunista.
No entanto, se algum deles tomar uma cacetada, pelo vandalismo e falta de civilidade que lhe é peculiar, se dizem vítimas do fascismo e da ditadura.