Os 14 estados onde as eleições podem acabar já no primeiro turno
1 de outubro de 2026 § Deixe um comentário


Os dados se baseiam em levantamento do Estadão:
- Alagoas — JHC (PL) lidera com 43%, seguido por Renan Filho (MDB), com 41%; como há 7% de indecisos e 9% de votos brancos, nulos ou de eleitores que não pretendem votar, JHC pode superar 50% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto Renan Filho também alcança essa faixa quando considerada a margem de erro.
- Bahia — ACM Neto (União Brasil) tem 42%, contra 40% de Jerônimo Rodrigues (PT); após a exclusão dos votos inválidos e dos indecisos, Neto aparece com 50,6% dos votos válidos e pode vencer no primeiro turno, embora a margem de erro mantenha a disputa equilibrada.
- Ceará — Ciro Gomes (PSDB) registra 43%, contra 41% de Elmano de Freitas (PT); a diferença está dentro da margem de erro, mas Ciro aparece na faixa que pode levá-lo a ultrapassar 50% dos votos válidos no primeiro turno.
- Goiás — Daniel Vilela (MDB) lidera com 42%, à frente de Marconi Perillo (PSDB), com 19%, e Wilder Morais (PL), com 15%; com a retirada dos votos inválidos e dos indecisos, Vilela chega a 50% dos votos válidos e pode encerrar a eleição no primeiro turno.
- Maranhão — Eduardo Braide (PSD) tem 46%, contra 27% de Orleans Brandão (MDB) e 10% de Felipe Camarão (PT); mesmo antes da aplicação da margem de erro, Braide já supera 50% dos votos válidos e aparece como o candidato com maior possibilidade de vitória no primeiro turno.
- Mato Grosso do Sul — Eduardo Riedel (PP) lidera com 51%, seguido por Fábio Trad (PT), com 12%, e Delcídio Amaral (PRD), com 6%; convertido em votos válidos, o governador chega a 67,1% e pode ser reeleito no primeiro turno.
- Pará — Dr. Daniel (Podemos) aparece com 41%, contra 32% de Hana Ghassan (MDB); após a retirada dos votos nulos e dos indecisos, ele chega a 53,2% dos votos válidos, mas, considerando a margem de erro, o resultado pode variar e ainda há possibilidade de segundo turno.
- Paraíba — Lucas Ribeiro (PP) tem 49%, seguido por Efraim Filho (PL), com 16%, e Cícero Lucena (MDB), com 15%; no cenário central, Ribeiro chega a 60,5% dos votos válidos e, mesmo no limite inferior da margem de erro, permanece acima de 50%, podendo vencer no primeiro turno.
- Pernambuco — João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) aparecem empatados com 42%; ambos chegam a 49,4% dos votos válidos e podem ultrapassar 50% dentro da margem de erro, mas a disputa é acirrada e o segundo turno continua provável.
- Rio Grande do Norte — Allyson Bezerra (União Brasil) lidera com 39%, contra 21% de Cadu de Lula (PT) e 18% de Álvaro Dias (PL); o candidato pode alcançar mais de 50% dos votos válidos dentro da margem de erro, embora a definição no primeiro turno seja considerada menos provável.
- Roraima — Arthur Henrique (PL) tem 57%, contra 32% de Soldado Sampaio (Republicanos); mesmo no limite inferior da margem de erro, Henrique permanece acima de 50% e aparece com possibilidade ampla de vitória no primeiro turno.
- Santa Catarina — Jorginho Mello (PL) lidera com 54%, seguido por João Rodrigues (PSD), com 13%, e Gelson Merísio (PSB), com 10%; convertido em votos válidos, o governador chega a 67,5% e pode ser reeleito no primeiro turno.
- São Paulo — Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 53,3%, contra 40,1% de Fernando Haddad (PT); o governador aparece acima de 50% das intenções de voto e pode vencer no primeiro turno, segundo a pesquisa Atlas/Estadão.
- Sergipe — Fábio Mitidieri (PSD) lidera com 43%, contra 34% de Valmir de Francisquinho (Republicanos); com a margem de erro de três pontos percentuais, Mitidieri pode superar 50% dos votos válidos e encerrar a disputa no primeiro turno.
A possibilidade de vitória no primeiro turno considera a conversão para votos válidos, a margem de erro e a proporção de indecisos, votos brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar.
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