Não se trata apenas de um raciocínio, mas da constatação pura e simples do covil em que se tornou Brasília, apesar de sempre ter sido a Meca dos interesseiros, oportunistas e canalhas.
O mar de lama atual foi tão somente o escancaro total do já consolidado sistema de podres poderes, consequência do cassino/prostíbulo em que governos republicanos chafurdam há cento e trinta e sete anos.
O Brasil só não é uma das primeiras potências mundiais, exatamente pelo desleixo intencional com a res publica pelos muitos desgovernos republicanos.
Foram desgovernos autocráticos e oligárquicos, invariavelmente nas mãos de ditadores, coronéis, caciques e caudilhos entreguistas, mais interessados em manter o país como um quintal extrativista de ganâncias mercantilistas internacionais, negociadas em sigilo de Estado e comissionadas por trinta dinheiros à cúpula dos tratantes da vez.
As tramoias ocorriam alheias ao povo, com ausência total de transparência pública, pois bastava que se apaziguassem ânimos mais exaltados pelo assistencialismo ou mais esclarecidos, pela imposição autocrática.
Que democracia, cara pálida?
Um roteiro muito melhor que Os intocáveis ou Os bons companheiros!
Não se trata apenas de um raciocínio, mas da constatação pura e simples do covil em que se tornou Brasília, apesar de sempre ter sido a Meca dos interesseiros, oportunistas e canalhas.
O mar de lama atual foi tão somente o escancaro total do já consolidado sistema de podres poderes, consequência do cassino/prostíbulo em que governos republicanos chafurdam há cento e trinta e sete anos.
O Brasil só não é uma das primeiras potências mundiais, exatamente pelo desleixo intencional com a res publica pelos muitos desgovernos republicanos.
Foram desgovernos autocráticos e oligárquicos, invariavelmente nas mãos de ditadores, coronéis, caciques e caudilhos entreguistas, mais interessados em manter o país como um quintal extrativista de ganâncias mercantilistas internacionais, negociadas em sigilo de Estado e comissionadas por trinta dinheiros à cúpula dos tratantes da vez.
As tramoias ocorriam alheias ao povo, com ausência total de transparência pública, pois bastava que se apaziguassem ânimos mais exaltados pelo assistencialismo ou mais esclarecidos, pela imposição autocrática.
Que democracia, cara pálida?
Contra fatos, não há argumentos!!!