Como vamos consertar a economia destruída do Brasil
22 de setembro de 2026 § 1 comentário

Um debate esclarecedor na GloboNews. De um lado, Daniella Marques e Roberto Brant, assessores econômicos de Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD), respectivamente, e do outro, Dario Durigan, ministro da Fazenda de Lula.
Como diz Daniella Marques: “Quem não cuida das contas, também não consegue cuidar do povo e do país”.
Isto é, qualquer boa dona de casa faz melhor do que os desgovernos petistas fizeram em vinte anos.
Saímos de uma dívida de R$ 600 bilhões, em 2002, para um desastre financeiro e econômico de R$ 10 TRILHÕES, em 2026.
E tome assistencialismo politiqueiro, para garantir o voto de cabresto do ignorante e do imunizado cognitivo, ambos intencionalmente fabricados pelo PT, apenas para aumentar o número de dependentes de um Estado voraz e ansioso por mais gigantismo autoritário.
Dinheiro público que não serve à evolução do país e do povo. Ao contrário, só serviu para comprar mais poder, oprimir ainda mais um povo, sempre tratado com descaso pelas oligarquias republicanas e degradar a sociedade, através da destruição das instituições.
Em resumo, neste momento, pagamos para sermos dominados por um poder totalitário, que nos leva para uma distopia falida, desde 1917.
QUEM DISSE AO PT QUE O SONHO DO FORO DE SÃO PAULO DE FUNDAR AQUI UMA CUBA CONTINENTAL ERA DE INTERESSE DO POVO BRASILEIRO?
Portanto, não houve nenhum cuidado com as contas, nem com o povo, PROPOSITADAMENTE, tudo de caso pensado, por esse desgoverno que não foi tão somente perdulário, assistencialista e demagogo, mas cometeu crime contra a humanidade, ao degradar intencionalmente o povo para manipulá-lo de forma brutal e antidemocrática.