O projeto de poder do PT foi escancarado. E agora?
19 de setembro de 2026 § 1 comentário


Depois do último lance — a catastrófica sessão plenária do STF de terça-feira passada —, Pedro Jobim refaz os passos do PT desde a “redemocratização”, em 1985, para, aproveitando-se do fato de a direita ter saído destruída do processo, construir a posição hegemônica que o partido e o pensamento marxista têm hoje nas universidades, na imprensa, na Igreja e, depois, em instituições como o Judiciário e o Ministério Público.
A direita, recorda ele, só viria a ter representação política após 2018, ainda assim, de forma desorganizada, sem que houvesse o suporte de um plano de desaparelhamento do Estado e das instituições, pois Jair Bolsonaro e seus seguidores não têm uma estrutura organizada, nem um projeto de poder.
“Diante disso, o que pode ser feito agora?”, pergunta-se.
O que mudar de cara no país?
Tudo há de ser feito, com o agravante de que a classe intelectual brasileira precisa voltar a existir, diante do quadro atual de pseudo intelectuais esquerdopatas.
Literatura para isso existe e é suficiente porque em poucas palavras se destrói a mentirada marxista.
Outro aspecto fundamental é que o Estado precisa diminuir, ao ponto de atuar com transparência, mas sem o estardalhaço do gigantismo atual e, principalmente, COM FOCO NO POVO e não na majestosa e corrupta estrutura de poder atual.
Para essa redução estatal há que se eliminar o super poder do presidente da República, que hoje compra o Poder Legislativo com o institucionalizado Mensalão, conhecido e ansiado pelos parlamentares pela alcunha de Emendas Parlamentares, além de mudar as regras de acesso ao Poder Judiciário, hoje também, prerrogativa do mesmo chefe do Poder Executivo.
O PRINCÍPIO DA SUBSIDIARIDADE precisa voltar a ser regra, mesmo que negligenciada nos últimos cento e trinta e sete anos por uma sequência interminável de autocracias oligárquicas que degradaram intencionalmente o povo, para manipulá-lo mais facilmente pelo assistencialismo populista.
Outro aspecto básico para um desenvolvimento seguro é eliminar de vez as organizações paralelas, como ONGs, a absurda quantidade de sindicatos de classe (14.000 contra 700 do resto do mundo) e associações que interfiram diretamente no governo, substituindo-as por instituições reconhecidamente de serviço público.
Por fim, atacar de frente a impunidade reinante há muito, dando a todas as Forças Armadas e de Polícia o vetor da soberania e da segurança social, em vez de instituições que protegem o Estado, desde a filosofia do Corpo da Guarda, inaugurada pelo Marquês de Pombal, o introdutor da mentalidade prepotente do Estado no Brasil.