Aposta de campanha de Lula, fim da escala 6×1 vira trunfo para Alcolumbre
3 de setembro de 2026 § 3 Comentários


A base governista não conseguiu levar a PEC que acaba com a jornada 6×1 à votação no plenário do Senado nesta semana, frustrando a principal aposta de campanha de Lula no primeiro turno da eleição de outubro.
As revelações envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro e a articulação da oposição para esvaziar o plenário ajudam a explicar o revés do líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).
Ontem, a CCJ do Senado aprovou a PEC 221/2019, mas Davi Alcolumbre não levou a proposta para votação no plenário.
O presidente do Congresso sabe que os acordos costurados com Lula e Moraes nas últimas semanas sofreram um abalo sísmico depois que o ministro apareceu editando o contrato que seria, em princípio, do escritório de sua mulher e recebendo elogios rasgados de Vorcaro e até pedido de conselho sobre se deveria deixar o país antes de ser preso.
Alcolumbre também sabe que, ao controlar o ritmo da tramitação, tem uma moeda de troca para negociar com governo e oposição, além do próprio empresariado, de olho em sua reeleição à Presidência do Senado em 2027.
A PEC, que reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais sem redução de salário e garante dois dias de descanso, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, com o relator Omar Aziz (PSD-AM) rejeitando todas as 36 emendas apresentadas e mantendo o texto original vindo da Câmara.
Para ser promulgada, a proposta ainda precisa de aprovação em dois turnos no plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada votação, equivalente a três quintos dos 81 senadores, e sem alterações que obriguem novo retorno à Câmara.
O governo estimava ter entre 53 e 54 apoios, mas considerou a margem arriscada diante da possibilidade de ausências ou mudanças de posição, e agora tenta negociar com Alcolumbre a convocação de uma sessão extraordinária em setembro para viabilizar a votação antes das eleições.
Esses corruptos acham que tudo é pra sempre
Esse conluio do Executivo com esse presidente do senado lacaio e corrupto é vergonhoso e antidemocrático.
Está claro que ele receberá uma “bolada” para ajudar o presidemente nas elições.
Assim, não há parcialidade, mas apenas jogo político indecente.
Isso tudo tem que caracterizar desviode conduta e derrubar os transgressores.
Mas não, parece que todas as maracutaias viraram legalidades.
Turma de sabujos e bandidos.
Se os decentes agissem da mesma forma, estariam enquadrados até pela PF.
O Brasil precisa mudar radicalmente se quiser virar um país de verdade.
Por enquanto, não passa de uma republiqueta de tiranos.
Pois é. O que eu gostaria muito de saber é quais foram as razões para 404 deputados e 61 senadores, o que inclui os da direita, aprovarem a indicação do Rodrigo Pacheco para o TCU. O sujeito é um bandido, vendido, traidor que não conseguiria mais se eleger nem pra síndico de bordel. Mas os partidos políticos têm seus “métodos” de proteger os comparsas.
E o pacheco foi pra vaga do Bruno Dantas, outro safado, para “fiscalizar” as contas públicas. poi seja a raposa vai tomar conta do galinheiro