Seca na Europa pode ser oportunidade para agro brasileiro
25 de agosto de 2026 § 2 Comentários

No próximo dia 3 de setembro, começa a valer a proibição imposta ao Brasil pela União Europeia de exportação de uma ampla lista de produtos de origem animal, incluindo bovinos, equinos, aves, produtos de aquicultura, mel e envoltórios naturais utilizados pela indústria.
A Comissão Europeia alega não ter recebido garantias suficientes de que os produtores brasileiros cumprem as novas regras que proíbem o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento e daqueles reservados ao tratamento de determinadas infecções em seres humanos.
Em meio à discussão sobre se a exigência está sendo aplicada exclusivamente como instrumento de saúde pública ou se passou a funcionar também como mecanismo de proteção econômica, o clima na Europa pode mudar o jogo.
Os europeus enfrentam uma combinação severa de calor, seca e incêndios.
O oeste do continente registrou o junho mais quente de sua série histórica, enquanto várias regiões enfrentam umidade do solo excepcionalmente baixa e rios com vazões muito inferiores à média.
Entre julho e agosto, partes de França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Itália e outros países apresentaram condições de seca consideradas críticas e o calor prejudica pastagens, reduz a disponibilidade de água, encarece a alimentação dos animais e diminui a produtividade de rebanhos e lavouras.
Segundo relatos, a estiagem mudou a cor das paisagens, que incorporaram tons de bege.
Os rios estão sem água a ponto de antigas ruínas romanas aflorarem na superfície.
Ou seja, parece ser uma questão de tempo para que a Europa repense a Política Agrícola Comum e abandone várias culturas extensivas que demandam muita água.
Seríamos seres humanos bem melhores se houvesse no planeta depois de muito mais de 21 séculos de civilizações, uma mútua cooperação, ao invés de torrar bilhões em mísseis ou bunkers, porque quando a mãe natureza quiser só com alguns terremotos e desastres ela se recompõe sem nenhuma ajudinha nossa, viver com felicidade.
Assim , se nos ajudássemos na falta de alimentos ou em ajudas humanitárias, sem considerar a ganancia e o oportunismo comercial seria o justo e o melhor.
Mas sabemos que só na hora do desespero, das guerras, das destruições é que conseguimos olhar para o outro.
Portanto enquanto não houver compaixão, solidariedade, amor, cooperação, estes sentimentos ridículos e ultrapassados,
viveremos nesta vida tão curta da pior forma possível, com remédios, stress, depressões, angústia, medo, estes sentimentos maravilhosos, com os quais escolhemos viver.
A vida seria mais fácil, sem ódios e preconceitos ignorantes, seria mais simples, sem ganância e egoísmo estúpido, seria mais humana, sem prepotência de presunçosos.