A conquista atual é feita pelo dinheiro, pela influência política e cultural, mas o objetivo é o mesmo de todas as conquistas da história humana: dominar, escravizar e desconsiderar o dominado que não apoie integralmente os interesses exploratórios do dominador.
A Europa demorou a acordar e está afundada em islamismo radical até o pescoço, enquanto essa crença radicalizada pela jihad não passa de mais um instrumento de desordem social, facilitador de explorações por aqueles que fazem do comunismo, do islamismo ou de qualquer outro meio revolucionário fantoches ao seu serviço.
Quanto mais desordem social, melhor.
O Fabianismo é o cérebro das infiltrações há mais de um século e meio, enquanto o instrumento desestruturador é qualquer grupo ignorante, radical, preconceituoso, revoltado, recalcado e, portanto, capaz de destruir tudo à sua volta, apenas pelo ódio que fermenta.
Basta perguntar a qualquer deles, QUAL É O OBJETIVO QUE OS MOVE e não terão nada a responder, a não ser narrativas pré fabricadas.
Que não aconteça o mesmo com os EEUU
A conquista atual é feita pelo dinheiro, pela influência política e cultural, mas o objetivo é o mesmo de todas as conquistas da história humana: dominar, escravizar e desconsiderar o dominado que não apoie integralmente os interesses exploratórios do dominador.
A Europa demorou a acordar e está afundada em islamismo radical até o pescoço, enquanto essa crença radicalizada pela jihad não passa de mais um instrumento de desordem social, facilitador de explorações por aqueles que fazem do comunismo, do islamismo ou de qualquer outro meio revolucionário fantoches ao seu serviço.
Quanto mais desordem social, melhor.
O Fabianismo é o cérebro das infiltrações há mais de um século e meio, enquanto o instrumento desestruturador é qualquer grupo ignorante, radical, preconceituoso, revoltado, recalcado e, portanto, capaz de destruir tudo à sua volta, apenas pelo ódio que fermenta.
Basta perguntar a qualquer deles, QUAL É O OBJETIVO QUE OS MOVE e não terão nada a responder, a não ser narrativas pré fabricadas.
Que não aconteça o mesmo com os EEUU