“As massas nunca tiveram sede da verdade. Elas se afastam de evidências que não são do seu gosto, preferindo endeusar o erro, se o erro as seduzir. Quem quer que possa lhes fornecer ilusões é facilmente seu senhor; quem tenta destruir suas ilusões é sempre sua vítima.” Gustav Le Bom
“A lógica pode ser confrontada com a lógica, enquanto a ilógica não – ela confunde aqueles que pensam direito. A Grande Mentira e as bobagens repetidas monotonamente têm mais apelo emocional … do que lógica e razão.
Enquanto as pessoas ainda estão procurando um contra-argumento razoável para a primeira mentira, os totalitários podem atacá-las com outra.” Joost Merloo.
Construir uma sequência lógica não leva necessariamente à verdade, pois esta só existiria se todo o conhecimento fosse esmiuçado e contextualizado em um só pensamento, inequivocamente.
Uma impossibilidade.
Portanto, não há quem não falseie essa lógica ao argumentar, exatamente porque inexiste quem detenha o privilégio da verdade.
Assim, nem a lógica de Lutero, de Ignácio de Loyola ou de qualquer outro pensador é capaz de conter toda a verdade e, portanto, todo o bem ou todo o mal.
Todos merecem estudo, identificação de falhas, geração de novos argumentos, visando o diálogo evolutivo do conhecimento humano.
Muito além do atual estágio da neurociência, com suas sinapses, dendríticas ou não, e principalmente, muito além de passíveis falhas de inserções humanas de algoritmos, ditas lógicas, em uma IA, está a VERDADE, que não pode ser contida em uma simples tese, por se tratar da eterna busca humana, algo que deveria ser o ponto máximo do interesse evolutivo, através da dialética.
Nesse ponto, está a enorme importância da DEMOCRACIA, pois esta é o resultado do consenso de muitas teses que se sucedem a diálogos e que se torna “logicamente” aceita por todos.
Armadilhas, há nos ardilosos, capazes de falsear a lógica e apresentar uma tese palatável, porém, falsa, manipuladora e intencionalmente aliciadora do estúpido e geradora do sectarismo, opondo-se frontalmente à intenção democrática de sequência evolutiva da humanidade.
Resta ao sábio identificar tal ardil e denunciar o ilusionismo enganador, uma armadilha montada no vil propósito de IMPOR uma mentira conveniente a interesses escusos, que não visem a sociedade e, portanto, cometam o crime antidemocrático de descontinuar o diálogo e a busca da verdade.
Assim exposto, o Brasil não é refém da lógica jesuíta, assim como Matinho Lutero não detém a verdade, por contestar um momento histórico da Igreja, cuja lógica pertence às trevas medievais e não pode ser vista sob as lentes dos dias atuais, assim como a eterna escravização de humanos se baseia em argumentos debatidos há milênios, mas até hoje presente na realidade do terceiro milênio. Ou um quarto do povo brasileiro não seria refém em comunidades controladas pelo banditismo, em íntimo conluio com o narcoestado de que todo o Brasil é refém.
Pombal nunca foi santo, ele sim era capaz de maldições, como as que fez contra os Jesuítas.
Despido do espírito e investido apenas de títulos do poder restará a um raso mortal sua própria certeza absoluta, imposta alucinadamente ao máximo de submissos, até que acumule a fidelidade de poucos e a antipatia de muitos, na solidão do fausto e da riqueza, caso não lhe advenha antes, o inexorável da morte e do pronto esquecimento.
“As massas nunca tiveram sede da verdade. Elas se afastam de evidências que não são do seu gosto, preferindo endeusar o erro, se o erro as seduzir. Quem quer que possa lhes fornecer ilusões é facilmente seu senhor; quem tenta destruir suas ilusões é sempre sua vítima.” Gustav Le Bom
“A lógica pode ser confrontada com a lógica, enquanto a ilógica não – ela confunde aqueles que pensam direito. A Grande Mentira e as bobagens repetidas monotonamente têm mais apelo emocional … do que lógica e razão.
Enquanto as pessoas ainda estão procurando um contra-argumento razoável para a primeira mentira, os totalitários podem atacá-las com outra.” Joost Merloo.
Construir uma sequência lógica não leva necessariamente à verdade, pois esta só existiria se todo o conhecimento fosse esmiuçado e contextualizado em um só pensamento, inequivocamente.
Uma impossibilidade.
Portanto, não há quem não falseie essa lógica ao argumentar, exatamente porque inexiste quem detenha o privilégio da verdade.
Assim, nem a lógica de Lutero, de Ignácio de Loyola ou de qualquer outro pensador é capaz de conter toda a verdade e, portanto, todo o bem ou todo o mal.
Todos merecem estudo, identificação de falhas, geração de novos argumentos, visando o diálogo evolutivo do conhecimento humano.
Muito além do atual estágio da neurociência, com suas sinapses, dendríticas ou não, e principalmente, muito além de passíveis falhas de inserções humanas de algoritmos, ditas lógicas, em uma IA, está a VERDADE, que não pode ser contida em uma simples tese, por se tratar da eterna busca humana, algo que deveria ser o ponto máximo do interesse evolutivo, através da dialética.
Nesse ponto, está a enorme importância da DEMOCRACIA, pois esta é o resultado do consenso de muitas teses que se sucedem a diálogos e que se torna “logicamente” aceita por todos.
Armadilhas, há nos ardilosos, capazes de falsear a lógica e apresentar uma tese palatável, porém, falsa, manipuladora e intencionalmente aliciadora do estúpido e geradora do sectarismo, opondo-se frontalmente à intenção democrática de sequência evolutiva da humanidade.
Resta ao sábio identificar tal ardil e denunciar o ilusionismo enganador, uma armadilha montada no vil propósito de IMPOR uma mentira conveniente a interesses escusos, que não visem a sociedade e, portanto, cometam o crime antidemocrático de descontinuar o diálogo e a busca da verdade.
Assim exposto, o Brasil não é refém da lógica jesuíta, assim como Matinho Lutero não detém a verdade, por contestar um momento histórico da Igreja, cuja lógica pertence às trevas medievais e não pode ser vista sob as lentes dos dias atuais, assim como a eterna escravização de humanos se baseia em argumentos debatidos há milênios, mas até hoje presente na realidade do terceiro milênio. Ou um quarto do povo brasileiro não seria refém em comunidades controladas pelo banditismo, em íntimo conluio com o narcoestado de que todo o Brasil é refém.
Pombal nunca foi santo, ele sim era capaz de maldições, como as que fez contra os Jesuítas.
Despido do espírito e investido apenas de títulos do poder restará a um raso mortal sua própria certeza absoluta, imposta alucinadamente ao máximo de submissos, até que acumule a fidelidade de poucos e a antipatia de muitos, na solidão do fausto e da riqueza, caso não lhe advenha antes, o inexorável da morte e do pronto esquecimento.