A atual divisão entre direita e esquerda na América Latina
29 de julho de 2026 § 2 Comentários


Com a posse do presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, no dia 7 de agosto, a América Latina somará 12 chefes de Estado com posicionamento à direita no espectro político.
Em 2023, a esquerda governava 11 países e agora comanda apenas oito: Brasil, México, Cuba (ditadura), Uruguai, Guatemala, Nicarágua (ditadura), Guiana e Suriname.
As eleições brasileira podem desidratar ainda mais a esquerda no continente e confirmar a chamada “onda azul”.
Segundo matéria da BBC, um dos motivos da ascensão da direita latino-americana é a ampla reivindicação popular por uma luta mais eficaz contra a criminalidade, uma vez que a segurança pública se tornou uma das maiores preocupações dos cidadãos do continente.
O outro é o efeito Trump aliado ao cansaço da população com a cultura woke.
O Brasil é o grande tumor vermelho maligno neste mapa. O resto são metástase, que sucumbem com a “morte” do tumor.
O principal motivo da tal “onda azul” ainda é a evidente desgraça que se abate sobre países que sofreram o golpe comunista, às expensas da Nova Ordem Mercantilista Mundial.
Afinal, negociar “mercadorias” com um monarca absolutista retrógrado e entreguista é muito mais fácil do que enfrentar a real democracia e a também real soberania de um país.
Um povo paupérrimo e uma nação riquíssima é o atrativo das Novas Companhias que trocaram as Índias pelos intencionalmente subdesenvolvidos índios da América Latrina.
Basta subornar com trinta dinheiros o tal monarca, depois que conseguiu dar o gópi e “tomar o poder”, usando o ilusionismo ideológico e covarde, ensinado por Marx e Engels.
E tem um monte de idiotas piegas que se apiedam das “vítimas da sociedade”, sem saber que serão eles mesmos as próximas vítimas de quem ajudaram a “tomar ou comprar” o poder.