Marcos Cintra, um iniciante de boa vontade, introduziu a ideia do ICMF (imposto de movimentação financeira). Foi rejeitado, mas “aproveitado” para uma outra a “finalidade” com umas “modificações-inhas”.
O que sobrou dessa “experiência” foi a constatação de que a “estrutura” da tributação brasileira é um caos e não tem como ser controlado ou administrado de forma eficiente: uma barafunda!
Assim, o que sobra é continuar insistindo em “tentativas” (e erros!) que possam “servir” aos interesses da politicalha esfomeada que pregando a socialização dos dinheiros alheios, que mesmo é aumentar o próprio pirão.
Do ponto de vista técnico, há duas máximas inevitáveis:
1) nada se cria, tudo se transforma (Lavoisier: Lei da conservação das massas) de onde se conclui que o valor (de bens e serviços) é, efetivamente, o preço do trabalho necessário para a produção. Ou seja, confirma a “mais valia” de Marx e, também, a “riqueza das nações de Adam Smith;
2) O tributo (imposto) não pode exceder 20% (1 quinto ) da renda nacional senão a relação custo-benefício de se ter um governo se torna inaceitável.
Ora, apenas isso já seria suficiente para (navalha de Occam) aceitar que em qualquer hipótese, sempre que houver mais de uma opção a mais simples será a melhor.
O tributo (máximo 20%) deve ser cobrado sobre o valor da mão de obra. Ponto final.
Livrai-nos do mala man…
Marcos Cintra, um iniciante de boa vontade, introduziu a ideia do ICMF (imposto de movimentação financeira). Foi rejeitado, mas “aproveitado” para uma outra a “finalidade” com umas “modificações-inhas”.
O que sobrou dessa “experiência” foi a constatação de que a “estrutura” da tributação brasileira é um caos e não tem como ser controlado ou administrado de forma eficiente: uma barafunda!
Assim, o que sobra é continuar insistindo em “tentativas” (e erros!) que possam “servir” aos interesses da politicalha esfomeada que pregando a socialização dos dinheiros alheios, que mesmo é aumentar o próprio pirão.
Do ponto de vista técnico, há duas máximas inevitáveis:
1) nada se cria, tudo se transforma (Lavoisier: Lei da conservação das massas) de onde se conclui que o valor (de bens e serviços) é, efetivamente, o preço do trabalho necessário para a produção. Ou seja, confirma a “mais valia” de Marx e, também, a “riqueza das nações de Adam Smith;
2) O tributo (imposto) não pode exceder 20% (1 quinto ) da renda nacional senão a relação custo-benefício de se ter um governo se torna inaceitável.
Ora, apenas isso já seria suficiente para (navalha de Occam) aceitar que em qualquer hipótese, sempre que houver mais de uma opção a mais simples será a melhor.
O tributo (máximo 20%) deve ser cobrado sobre o valor da mão de obra. Ponto final.