A promessa de destruição da economia agora é oficial
23 de julho de 2026 § 5 Comentários


Depois de ser contratado como diretor financeiro por Lula, o economista baiano José Sérgio Gabrielli comandou a Petrobras entre 2005 e 2012, acumulando o mandato mais longevo da história recente da estatal, no auge do Petrolão.
A Operação Lava Jato investigou desvios de recursos, superfaturamento de obras e lavagem de dinheiro que ocorreram dentro da Petrobras em boa parte desse período.
Gabrielli foi citado em contextos de superfaturamento, formação de cartel e pagamento de propinas em contratos da estatal.
Foi nesse período também que houve a descoberta do Pré-Sal, em 2006, e uma oferta pública de ações, em 2010, arrecadando R$ 120 bilhões na Bovespa.
Gabrielli foi condenado pelo TCU por conta da compra superfaturada da refinaria de Pasadena nos EUA.
Também sofreu punições que chegaram a proibi-lo de exercer cargos públicos.
O TCU ainda acusou Gabrielli de irregularidades e prejuízos bilionários em contratos da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, em caso envolvendo suspeitas de superfaturamento e falhas graves de fiscalização nas obras.
Outros processos contra ele envolveram fraudes em licitações no Complexo Petroquímico do Rio, a Comperj, e prejuízos bilionários na Refinaria Presidente Getúlio Vargas, a Repar, no Paraná.
Depois da Petrobrás, chegou a comandar entre 2012 e 2015 a Secretaria de Planejamento Econômico da Bahia, onde nasceu o caso Master, com a privatização do Credcesta em 2018, mesmo ano em que ele passou a atuar frequentemente na formulação de diretrizes econômicas e planos de governo para o Partido dos Trabalhadores.
Bandido indica bandido na razão direta da marginalidade e na razão inversa do quadrado da decência.
O que mais me espanta é esse ladrão estar solto.
Não está na cadeia????
E AINDA TEM GENTE SUPOSTAMENTE ESCLARECIDA DECLARANDO VOTO NESSE BANDO DE VIGARISTAS…..
ACORDA BRASIL !
Quem não tem competência não se estabelece!