CIA desmascara fraudes nas eleições da Venezuela
17 de julho de 2026 § 4 Comentários


Documentos da CIA divulgados por ordem de Donald Trump afirmam que, desde 2012, ainda sob o comando do ditador Hugo Chávez, o governo venezuelano tem uma estrutura técnica capaz de alterar até 1,5 milhão de votos.
Os relatórios dizem que a Direção-Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM), o Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN) e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) podiam interferir em máquinas de votação previamente programadas, especialmente em áreas estratégicas para o chavismo.
Segundo esses documentos, não houve comprovação conclusiva de fraude em 2012 nem em 2013, mas a situação pode ter mudado em 2017, quando a empresa Smartmatic alegou que a participação oficial na Constituinte foi inflada em pelo menos um milhão de votos.

Para 2020, a CIA aponta que a mesma estrutura estava disponível, mas a manipulação não teria sido necessária porque a oposição boicotou a eleição.
Já em 2024, os documentos afirmam que os resultados foram alterados para reverter a vantagem de Edmundo González Urrutia sobre Nicolás Maduro.
Os relatórios alertam que os órgãos citados na denúncia seguem em funcionamento e que Elvis Amoroso, então presidente do Conselho Nacional Eleitoral, continua no cargo enquanto avançam negociações para uma nova autoridade eleitoral.
Mas só na Venezuela?
Sei lá, mil coisas.
Se mesmo com o voto impresso eles conseguiam adestrar os algoritmos, imagina aqui, no escurinho da sala de apuração…
Porque a auditoria de 2014, pelo PSDB (Aécio x Dilma) não conseguiu identificar a fraude?
E o inquérito de fraude que a Rosa Weber escondeu?
Qual foi a diferença na eleição de 2022? Perto de 1.500.000 ?
Na Venezuela foram manipuladas 300 urnas? E aqui? Quantas fora as urnas que o TSE “reservou” da verificação das forças armadas?