Uma seleção amolecida pelo excesso de dinheiro e de corrupção

7 de julho de 2026 § 1 comentário

Segundo informações do UOL, os atletas se reuniram com o presidente da CBF, Samir Xaud, imposto pela família de Gilmar Mendes, deposto e reposto por ele em pessoa, e com o secretário-geral e vice-presidente da entidade, Gustavo Dias Henrique na sequência da derrota.

Durante a conversa, disseram que a instabilidade vivida pela entidade nos últimos cinco anos, marcada por mudanças na presidência e pela troca de cinco treinadores, prejudicou o planejamento e a preparação da equipe para o Mundial.

Mas como estar na Copa, direta ou indiretamente, dá muito dinheiro, todos elogiaram o trabalho de Carlo Ancelotti e defenderam que o próximo ciclo seja conduzido com “estabilidade política” e continuidade no comando técnico.

A CBF embolsará US$ 15 milhões da FIFA. Desse total, cerca de US$ 8 milhões (pouco mais de 50%) são destinados à delegação. E antes do início da Copa, já ficou acordado que jogadores e comissão técnica receberiam essa parcela, sendo 70% do montante reservado aos jogadores — aproximadamente US$ 5,6 milhões. Apesar da participação vexaminosa, cada jogador receberá, portanto, cerca de 215 mil dólares, aproximadamente R$ 1,1 milhão.

O presente de
Ancelotti e a pergunta
que ninguém fez

O técnico da Noruega, Stale Solbakken, revelou na coletiva depois da vitória sobre o Brasil que ganhou um presente de Carlo Ancelotti depois de derrotá-lo.

“Posso dizer que ele mostrou uma enorme grandeza depois do jogo. Ele mandou um representante (da CBF) com uma camisa do Brasil com o meu nome nas costas e uma mensagem”.

Ninguém perguntou a Ancelotti porque ele já tinha esse presente pronto antes do jogo começar, e se entregá-lo ao técnico norueguês, se ele tivesse sido derrotado, pareceria também “um enorme gesto de grandeza”.

§ Uma Resposta para Uma seleção amolecida pelo excesso de dinheiro e de corrupção

  • inventive2b4fa30bf9 disse:

    Infelizmente o que estamos vendo é o resultado da transformação dos clubes de futebol. em empresas de futebol.

    Os jogadores de hoje têm como objetivo o dinheiro e não o gol. As empresas negociam abertamente “vitórias” e “derrotas”, tudo com a visão exclusiva do caixa.

    E os técnicos de futebol fazem o mesmo que as apresentadoras da tv globo: dizem o que o “dono” do tima manda.

    E, o pior de tudo e saber que que a CBF virou um puxadinho do Gilmar Mendes.

    A conclusão é simples: vamos ter de votar a aplaudir o futebol de várzea.

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