Despesas de Lula atingem patamar da pandemia, mas sem pandemia
1 de julho de 2026 § 1 comentário


As despesas da União no governo Lula atingiram R$ 2,633 trilhões no acumulado de 12 meses até maio, aproximando os gastos do maior nível da série histórica, registrado em novembro de 2020, durante a pandemia da covid-19.
Segundo o Tesouro, a diferença para o recorde de R$ 2,822 trilhões é de R$ 189,5 bilhões.
Para cumprir regras fiscais, que limitam o crescimento das despesas a 2,5% ao ano e estabelecem, para 2026, uma meta de superávit primário de 0,25% do PIB, a equipe econômica de Lula ampliou para R$ 23,7 bilhões o bloqueio de despesas do Orçamento.
Essa expansão dos gastos também pressiona a dívida pública federal, que em abril atingiu R$ 8,798 trilhões, alta de 1,91%, equivalente a quase 70% do PIB brasileiro de 2025.
A diferença das despesas do governo Lula para o recorde histórico de 2020 é que hoje o país não enfrenta uma pandemia.
Durante a crise sanitária, os custos totais do governo federal chegaram a R$ 2,64 trilhões, com aumento de 16% em relação a 2019, impulsionados principalmente pelas medidas de enfrentamento à pandemia de covid 19.
Na época, o Ministério da Economia estimou que o impacto primário das medidas fiscais adotadas para amenizar os efeitos do coronavírus foi de R$ 620,5 bilhões, sendo R$ 594,2 bilhões em despesas e R$ 26,2 bilhões em reduções de alíquotas de impostos.
Em 2020, a União destinou cerca de R$ 635,5 bilhões em dotações orçamentárias para o combate à pandemia, incluindo Auxílio Emergencial (R$ 292,1 bilhões), Créditos autorizados pela LC 173/2020 (R$ 60,1 bilhões) e o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (R$ 38,1 bilhões).
O Auxílio Emergencial a trabalhadores informais, pequenos empresários e agricultores familiares foi o principal componente do aumento: R$ 321,8 bilhões em 2020 e, em conjunto com o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), somaram R$ 326 bilhões no item “insumos financeiros”.
O BEm teve como objetivo evitar demissões em massa, permitindo que empresas reduzissem jornada e salários com repasse de parte da remuneração pelo governo; sozinho, consumiu R$ 51,5 bilhões em 2020.
Foi autorizada a expansão de gastos na função saúde para enfrentar a pandemia: R$ 64,6 bilhões autorizados em 2020.
Os gastos do Ministério da Saúde aumentaram 17% em 2020, de R$ 21,69 bilhões para R$ 25,33 bilhões, com destaque para: materiais farmacológicos, reagentes para diagnóstico, materiais de assepsia e equipamentos de proteção individual, além do investimento em aquisição de equipamentos, testes, medicamentos e em reforço da capacidade de internação e de laboratórios, para responder à emergência sanitária.
O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) destinou R$ 38,1 bilhões em 2020, com linhas de crédito subsidiadas para evitar o fechamento de pequenas empresas.
A Lei de Continuidade Empresarial (LC 173/2020) permitiu a suspensão de prazos e a concessão de créditos extraordinários, gerando R$ 60,1 bilhões de despesas autorizadas e contribuindo para a expansão do gasto público.
A União repassou R$ 113,5 bilhões aos entes subnacionais para o combate à pandemia e seus efeitos, via convênios, fundos específicos e transferências emergenciais.
A pandemia também pressionou gastos não emergenciais: atualização das projeções de gastos da Previdência dos servidores da União (R$ 45,9 bilhões) e reajuste dos benefícios do INSS (R$ 36,2 bilhões), além de aumento do adicional militar após reforma das carreiras e pagamento de sentenças judiciais.
O déficit primário do governo central passou de R$ 95 bilhões em 2019 para R$ 743,1 bilhões em 2020, com quase totalidade explicada pelos gastos diretos e indiretos da pandemia.
E TEM GENTE QUE QUER QUE ESSE PILANTRA E SEU BANDO CONTINUEM NO COMANDO DO BRASIL POR MAIS 4 ANOS.
NÃO HÁ PANDEMIA NO MUNDO, MAS, SIM, UMA GRAVE EPIDEMIA NO PAÍS…..CAUSADA POR UM VÍRUS CHAMADO LULA, O LADRÃO DE 9 DEDOS.
BASTA !
SAUDADE DO PAULO GUEDES…..