É preciso distinguir liberdade de livre arbítrio, pois liberdade não é anarquia.
Liberdade se baseia fundamentalmente na responsabilidade que todos devem ter para que exista uma coexistência pacífica, respeitosa e harmônica, inclusive com cada um de per si.
Essa responsabilidade definirá então, as melhores escolhas entre os múltiplos desejos, para que não se agrida a liberdade do outro e cada um se sinta livre para negar os desejos não escolhidos.
Para assegurar essa liberdade há que se ter leis e uma política que privilegie a democracia, ou seja, as escolhas responsáveis do povo.
O totalitarismo é o oposto dessa política, extingue a responsabilidade individual e caracteriza o povo como massa manipulável, sem escolha.
Até para se atravessar uma rua há que se ter responsabilidade ou o ímpeto irresponsável de atravessá-la poderá custar uma vida.
Portanto, com a responsabilidade e a prudência que se incorpora ao caráter pela educação, conquista-se a liberdade, não só de se atravessar uma rua, mas uma vida inteira, desde que sejam eliminadas as ameaças do totalitarismo e os atores prepotentes e psicopatas alucinados pelo poder.
É preciso distinguir liberdade de livre arbítrio, pois liberdade não é anarquia.
Liberdade se baseia fundamentalmente na responsabilidade que todos devem ter para que exista uma coexistência pacífica, respeitosa e harmônica, inclusive com cada um de per si.
Essa responsabilidade definirá então, as melhores escolhas entre os múltiplos desejos, para que não se agrida a liberdade do outro e cada um se sinta livre para negar os desejos não escolhidos.
Para assegurar essa liberdade há que se ter leis e uma política que privilegie a democracia, ou seja, as escolhas responsáveis do povo.
O totalitarismo é o oposto dessa política, extingue a responsabilidade individual e caracteriza o povo como massa manipulável, sem escolha.
Até para se atravessar uma rua há que se ter responsabilidade ou o ímpeto irresponsável de atravessá-la poderá custar uma vida.
Portanto, com a responsabilidade e a prudência que se incorpora ao caráter pela educação, conquista-se a liberdade, não só de se atravessar uma rua, mas uma vida inteira, desde que sejam eliminadas as ameaças do totalitarismo e os atores prepotentes e psicopatas alucinados pelo poder.