Quando a livre iniciativa esbarra na concorrência com os oligarcas, amigos do rei, a coisa complica para os micros, pequenos e médios empresários, porque aqueles que vivem à custa de contratos com o governo corrigem suas tarifas em acordos palacianos, enquanto a livre iniciativa se engalfinha em um vespeiro de concorrências, onde os que mais sonegam vencem os que mais pagam impostos.
Da mesma maneira, o crime organizado, também mancomunado com o governo e com a sabuja oligarquia, vive como se fizesse parte da tal confraria estatal, comete crimes e usa a pilhagem para constituir empreendimentos fraudulentos, vencendo facilmente a concorrência contra os que não são criminosos e pagam para enfrentar um mercado a cada dia mais empobrecido.
É fundamental que tenhamos a consciência do abismo abissal entre aqueles empresários que pagam suas contas versus os bandidos que vivem do crime e de favorecimentos estatais, por serem grupos de interesse às maquinações do poder.
Experimente cobrar 8% de juros ao mês, ou 158,11% ao ano, de um devedor, como fazem os bancos contra os inadimplentes, fora o IOF, e encare multas e prisão imediata por crime de agiotagem.
Na verdade, em governos corruptos, populistas e ditos socialistas, OS IMPOSTOS NÃO SÃO USADOS PARA O BEM DO PAÍS, mas para conferir poder de submissão do povo ao Estado.
Assim, o tirano mata dois coelhos com uma só cajadada, pois se autodeclara o mais justo dos justiceiros, o pai dos pobres e oprimidos, porém, usa indevidamente o que arrecada, escravizando tanto os que pagam impostos, como os beneficiários do assistencialismo.
No final das contas, apenas a vassalagem e a nobreza aristocrática da oligarquia patrimonialista restam livres e privilegiadas, como donos de um país de escravos.
Que verdade mais verdadeira
Quando a livre iniciativa esbarra na concorrência com os oligarcas, amigos do rei, a coisa complica para os micros, pequenos e médios empresários, porque aqueles que vivem à custa de contratos com o governo corrigem suas tarifas em acordos palacianos, enquanto a livre iniciativa se engalfinha em um vespeiro de concorrências, onde os que mais sonegam vencem os que mais pagam impostos.
Da mesma maneira, o crime organizado, também mancomunado com o governo e com a sabuja oligarquia, vive como se fizesse parte da tal confraria estatal, comete crimes e usa a pilhagem para constituir empreendimentos fraudulentos, vencendo facilmente a concorrência contra os que não são criminosos e pagam para enfrentar um mercado a cada dia mais empobrecido.
É fundamental que tenhamos a consciência do abismo abissal entre aqueles empresários que pagam suas contas versus os bandidos que vivem do crime e de favorecimentos estatais, por serem grupos de interesse às maquinações do poder.
Experimente cobrar 8% de juros ao mês, ou 158,11% ao ano, de um devedor, como fazem os bancos contra os inadimplentes, fora o IOF, e encare multas e prisão imediata por crime de agiotagem.
Na verdade, em governos corruptos, populistas e ditos socialistas, OS IMPOSTOS NÃO SÃO USADOS PARA O BEM DO PAÍS, mas para conferir poder de submissão do povo ao Estado.
Assim, o tirano mata dois coelhos com uma só cajadada, pois se autodeclara o mais justo dos justiceiros, o pai dos pobres e oprimidos, porém, usa indevidamente o que arrecada, escravizando tanto os que pagam impostos, como os beneficiários do assistencialismo.
No final das contas, apenas a vassalagem e a nobreza aristocrática da oligarquia patrimonialista restam livres e privilegiadas, como donos de um país de escravos.