Não se iluda sobre o que Lula decidir sobre o amigo Jaques
24 de junho de 2026 § 3 Comentários


Lula sabe desde sempre o que o número 2 do Partido dos Trabalhadores e seu amigo de mais de 40 anos, Jaques Wagner, de par com o número 3 do partido, Rui Costa, seu ministro da Casa Civil, que se sucederam nos governos da Bahia, fizeram para fazer nascer e amamentar o Banco Master até que ele se transformasse na usina de bilhões falsos em que se transformou.
Ele até tentou salvar o banco, quando já falido, nas reuniões secretas de toda a cúpula do partido, mais seu novo presidente do Banco Central, no gabinete da presidência da República no Palácio do Planalto.
Mas como “o político honesto” que o Basil procura “não está em Lula”, segundo o próprio Lula, ele não perde tempo com pruridos burgueses: quer ver que efeito fez nas pesquisas sobre sua luta pela permanência no poder a revelação das falcatruas do amigo, para decidir se vai “demiti-lo” ou não do cargo de líder da tropa no Senado, enquanto o braço da camarilha plantada no STF e no Judiciário trabalham para sabotar a investigação antes que ela apresente ao país a parte que cabe a Rui Costa nesse latifúndio, e dar mais um “trança pé” na Constituição e na lei para anular o que já foi descoberto e provado por enquanto.
Quando ele finalmente se decidir, não se iluda: leia a decisão dele pela lógica realista apresentada acima. Mesmo porque, se ele continuar no poder, Jaques, Rui Costa, Vorcaro e o resto da gangue continuam com ele.
Podridão inacreditável
Em uma quadrilha, os cumpñeros são comparsas, cientes de que não há companhia de seguros que tenha cobertura para estelionatos descobertos pela polícia.
Assim, é cada um assumindo o próprio risco do malfeito.
O resultado é o abandono de quem foi pego com a boca na botija, para não “contaminar” outros do bando.
A covardia impera entre os ladrões.