As táticas do Master replicadas no Digimais
23 de junho de 2026 § 1 comentário


A Polícia Federal afirma que o Banco Digimais replicou uma estratégia semelhante à atribuída ao Banco Master ao usar fundos de investimento e títulos com rentabilidade acima do mercado para inflar artificialmente seu patrimônio e esconder o desequilíbrio financeiro, registra o Estadão.
Segundo a investigação, essas manobras teriam contado com a proteção indireta da confiança depositada no Fundo Garantidor de Crédito, o que, na visão dos federais, transfere o risco da operação para o sistema de garantia e preservava o patrimônio dos controladores.

A PF diz que essa estrutura foi usada para dar aparência de solvência ao banco e para sustentar operações que, na prática, funcionariam como financiamento ao próprio controlador, em desacordo com regras do sistema financeiro.
O relatório também aponta que a venda do Digimais ao BTG Pactual depende de um aporte de cerca de R$ 7 bilhões e, se não se concretizar, deve levar à liquidação da instituição.

Moralizar esse segmento especulativo e, praticamente, de sistema Ponzi, é obrigação inalienável do Banco Central.
A não observância desse controle fundamental deverá ser motivo de demissão do capanga de lula da instituição, ou todo o sistema financeiro ruirá pelo mesmo malfeito.