Sob Lula, estatais reabriram as torneiras dos patrocínios
14 de junho de 2026 § Deixe um comentário


Sob Lula, as grandes estatais, que tinham restringido fortemente esses gastos sob Bolsonaro, voltaram a fartamente as torneiras dos patrocínios: os gastos aumentaram em 539,6 milhões de 2024 para 2025.
No total, foram assinados patrocínios equivalentes a R$ 1,6 bilhão no último ano, 52,5% a mais que no ano anterior.
A Caixa Econômica Federal gastou 277,4 milhões a mais em patrocínios de um ano para o outro. Já o BNDES, sob Aloizio Mercadante, multiplicou por 15 os valores para patrocínios de um ano para o outro.
Em valores corrigidas, a Caixa desembolsou 652,1 milhões, a Petrobras 527,7 milhões, o Banco do Brasil 289,2 milhões e o BNDES, 99,3 milhões.
Os números considerados não são de valores gastos, mas de novos contratos assinados em cada ano. Alguns dos acordos são para desembolso imediato, outros preveem pagamentos ao longo de mais de um ano.
Os maiores contratos de 2025 são relacionados ao esporte. A CEF aportou 160 milhões para o Comitê Paralímpico Brasileiro, R$ 90 milhões para a Confederação Brasileira de Atletismo e R$ 80 milhões para a Confederação Brasileira de Ginástica. O BNDES, deu 60 milhões à Confederação Brasileira de Judô.
A Caixa subsidiou também inúmeras festas de São João do NE depois da chegada de Carlos Vieira , indicado para o cargo pelo Centrão do NE.
Embora em acordos de pelo menos R$ 200 mil, o contrato tem de ser liberado pela Secom (a Secretaria de Comunicação da Presidência), Lula diz que isso nada tem a ver com a questão eleitoral.
A matéria é da Folha de S. Paulo.
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