Não dá para distinguir entre esses órgãos de pesquisa e uma empresa de propaganda política.
Como pode a maior desgraça sofrida pelo país nos últimos vinte e quatro anos estar na frente de uma esperança real de mudança do terrível quadro em que vivemos?
Claro que as localidades interferem nos valores, porém, nunca se sabe quais foram as perguntas e para quem foram feitas.
Parece até coisa encomendada.
As empresas de pesquisa (ão empresas, querem lucros) sabem que sua atividade mais rentável é o período eleitoral. E a chave de toque, nesse período, é a emoção, o movimento de torcidas. Portanto elas “trabalham” isso. Apontam tendências flutuantes porque assim vão ampliar o legue de clientes tanto a direita quanto à esquerda. Assim elas “valorizam” seu trabalho, aumentam os preços e os lucros. Tudo como dantes, no quartel de abrantes.
Não dá para distinguir entre esses órgãos de pesquisa e uma empresa de propaganda política.
Como pode a maior desgraça sofrida pelo país nos últimos vinte e quatro anos estar na frente de uma esperança real de mudança do terrível quadro em que vivemos?
Claro que as localidades interferem nos valores, porém, nunca se sabe quais foram as perguntas e para quem foram feitas.
Parece até coisa encomendada.
As empresas de pesquisa (ão empresas, querem lucros) sabem que sua atividade mais rentável é o período eleitoral. E a chave de toque, nesse período, é a emoção, o movimento de torcidas. Portanto elas “trabalham” isso. Apontam tendências flutuantes porque assim vão ampliar o legue de clientes tanto a direita quanto à esquerda. Assim elas “valorizam” seu trabalho, aumentam os preços e os lucros. Tudo como dantes, no quartel de abrantes.