“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.
Joseph Pulitzer
Desde Pulitzer e Hearst, desde o Jornal do Commercio, de Pierre Planchet, a queda de braços dentro da própria imprensa É ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA, entre os A FAVOR E OS CONTRA, e ajuda a eleger ou derrubar candidatos à política.
Portanto, são os grandes criadores de narrativas e ambos acabam cedendo à hipocrisia e ao cinismo, para vencer o lado oposto.
A imprensa, por ser o veículo do vício mais antigo da humanidade, A FOFOCA, acaba por doutrinar a massa, porque reporta o fato consumado, seja este verídico, absurdo ou escandaloso.
Além de já ocorrido, muita vez, o relatado é propositadamente distorcido, pelas conveniências e interesses da empresa jornalística emissora.
Assim, quanto mais fatos, não importando se verídicos ou convenientes, o povo vai se acomodando (viciando), cada vez mais, porque é desencorajado a reagir, pela própria censura política que vê estampada nos noticiários, e acaba por se resignar diante dos fatos, sejam estes inomináveis, verídicos, distorcidos, absurdos ou escandalosos.
“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.
Joseph Pulitzer
Desde Pulitzer e Hearst, desde o Jornal do Commercio, de Pierre Planchet, a queda de braços dentro da própria imprensa É ENTRE A ESQUERDA E A DIREITA, entre os A FAVOR E OS CONTRA, e ajuda a eleger ou derrubar candidatos à política.
Portanto, são os grandes criadores de narrativas e ambos acabam cedendo à hipocrisia e ao cinismo, para vencer o lado oposto.
A imprensa, por ser o veículo do vício mais antigo da humanidade, A FOFOCA, acaba por doutrinar a massa, porque reporta o fato consumado, seja este verídico, absurdo ou escandaloso.
Além de já ocorrido, muita vez, o relatado é propositadamente distorcido, pelas conveniências e interesses da empresa jornalística emissora.
Assim, quanto mais fatos, não importando se verídicos ou convenientes, o povo vai se acomodando (viciando), cada vez mais, porque é desencorajado a reagir, pela própria censura política que vê estampada nos noticiários, e acaba por se resignar diante dos fatos, sejam estes inomináveis, verídicos, distorcidos, absurdos ou escandalosos.