Corrupção de Gustavo Petro é coisa de criança perto da de Lula
27 de maio de 2026 § Deixe um comentário


O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Colômbia abriu uma investigação formal contra o presidente esquerdista Gustavo Petro.
A acusação aponta que a campanha presidencial de 2022 ultrapassou os limites orçamentários estabelecidos pela legislação do país.
As auditorias do órgão indicam uma omissão na contabilidade de aportes de sindicatos — especialmente o dos petroleiros e o dos professores — superior a 5,3 bilhões de pesos colombianos, o equivalente a cerca de 925 mil dólares, acima do teto legal de financiamento de campanha.
O atual presidente da Ecopetrol (sindicato dos petroleiros), Ricardo Roa, atuou como gerente da campanha. Também foram identificadas irregularidades no pagamento e na declaração de voos privados utilizados pelo então candidato.
Ha indícios de que ele tenha feito a mesma coisa no 1º turno também.
Em julho de 2023, o próprio filho do presidente, Nicolás Petro, confessou à Justiça ter recebido recursos de um narcotraficante para inflar eventos políticos do pai na região do Caribe. Nicolás responde formalmente pelo crime de lavagem de dinheiro.
Gustavo Petro reagiu no modo padrão de seus pares brasileiros: atacando a fiscalização de suas contas como o início de um “golpe de Estado”, e convocou sua militância a ir para as ruas.
Não é só quanto valores que a distância entre o nível de tolerância de colombianos e brasileiros com falcatruas eleitorais salta à vista. A separação de poderes também continua viva por lá depois de morta ha muito tempo no Brasil.
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE), ao contrário do TSE brasileiro depois da passagem de Alexandre de Moraes por lá, só tem poderes administrativos. Nem pensar no de cassar mandatos, como o daqui. O máximo que pode o CNE é aplicar multas.
As provas colhidas pela entidade podem, é claro, ser encaminhadas à Comissão de Acusações da Câmara dos Deputados para a abertura de um eventual julgamento político do presidente.
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