“Os ciumentos encontram sempre mais do que aquilo que procuram”. Madeleine Scudéry (1607 – 1781), escritora francesa.
Sobre FBolsonaro, DVorcaro e o filme sobre JB:
O Parto da Montanha
(Baseado na fábula de Esopo, 620 – 564 AC)
Há muitos séculos atrás em um lugar muito distante, uma montanha começou a produzir um barulho estranho.
As pessoas, em sua santa ignorância tão comum aos aldeões, acharam que era porque ela ia ter um filho.
Veio gente de longe e de perto, e formou-se uma grande multidão querendo ver o que ia nascer da montanha.
Bobos e sabidos, todos tinham seus palpites. Os dias foram passando, as semanas foram passando e no fim os meses foram passando, e o barulho da montanha aumentava cada dia que passava.
Os palpites das pessoas foram ficando cada vez mais malucos.
Alguns diziam que o mundo ia acabar, outros falavam que era consequência do aquecimento solar, outros culpavam o Bolsonaro.
Um belo dia o barulho ficou fortíssimo, a montanha começou a estremecer e depois rachou ao meio com um rugido de arrepiar até os cabelo do Alexandre de Moraes.
As pessoas nem respiravam de tanto medo que sentiam.
Algumas tremiam, outras batiam os dentes, e até se viu gente fazendo xixi nas calças.
E de repente, do meio do pó e da densa fumaça apareceu… um ratinho.
Moral da Estória: Nem sempre as promessas magníficas dão resultados impressionantes. Há os que prometem coisas grandiosas, e depois se vê que nada de importante acontece. É bem o caso de certos políticos fanfarrões, que se apresentam como valentões em CPI, e não raro, quando chegam em casa, apanham da mulher. O que querem mesmo esses fanfarrões é aparecer sob a luz dos holofotes da Imprensa companheira alugada.
O “isentões” que de isentos não tem nada, apenas não tem coragem de votar na esquerda (ao menos declaram que não votam), podem garantir a reeleição ao atual devido a sua covardia.
“Os ciumentos encontram sempre mais do que aquilo que procuram”. Madeleine Scudéry (1607 – 1781), escritora francesa.
Sobre FBolsonaro, DVorcaro e o filme sobre JB:
O Parto da Montanha
(Baseado na fábula de Esopo, 620 – 564 AC)
Há muitos séculos atrás em um lugar muito distante, uma montanha começou a produzir um barulho estranho.
As pessoas, em sua santa ignorância tão comum aos aldeões, acharam que era porque ela ia ter um filho.
Veio gente de longe e de perto, e formou-se uma grande multidão querendo ver o que ia nascer da montanha.
Bobos e sabidos, todos tinham seus palpites. Os dias foram passando, as semanas foram passando e no fim os meses foram passando, e o barulho da montanha aumentava cada dia que passava.
Os palpites das pessoas foram ficando cada vez mais malucos.
Alguns diziam que o mundo ia acabar, outros falavam que era consequência do aquecimento solar, outros culpavam o Bolsonaro.
Um belo dia o barulho ficou fortíssimo, a montanha começou a estremecer e depois rachou ao meio com um rugido de arrepiar até os cabelo do Alexandre de Moraes.
As pessoas nem respiravam de tanto medo que sentiam.
Algumas tremiam, outras batiam os dentes, e até se viu gente fazendo xixi nas calças.
E de repente, do meio do pó e da densa fumaça apareceu… um ratinho.
Moral da Estória: Nem sempre as promessas magníficas dão resultados impressionantes. Há os que prometem coisas grandiosas, e depois se vê que nada de importante acontece. É bem o caso de certos políticos fanfarrões, que se apresentam como valentões em CPI, e não raro, quando chegam em casa, apanham da mulher. O que querem mesmo esses fanfarrões é aparecer sob a luz dos holofotes da Imprensa companheira alugada.
Flávio ganhará força.
O “isentões” que de isentos não tem nada, apenas não tem coragem de votar na esquerda (ao menos declaram que não votam), podem garantir a reeleição ao atual devido a sua covardia.