Ninguém sabe quantas nem quais contas foram bloqueadas pelo TSE de Moraes em 2022
11 de maio de 2026 § 1 comentário


A dez dias antes do segundo turno das eleições de 2022, o TSE criou uma regra que deu à própria corte poderes para agir sem precisar pedir autorização de ninguém.
O tribunal podia bloquear perfis, posts e vídeos de ofício, apenas por decidir internamente.
E, sob o comando do presidente era Alexandre de Moraes, fez isso e garantiu a derrota de Bolsonaro.
Hoje, três anos e meio depois, ninguém sabe exatamente quantas contas foram bloqueadas.
O TSE simplesmente não divulga nenhum dado sobre o assunto.
A Folha pediu informações ao tribunal sobre quantos posts, vídeos, contas e grupos foram removidos com base na tal regra, mas o TSE respondeu que não possui esses números e que não pode divulgar processos que tramitam em segredo de Justiça.
Desses pedidos sigilosos, a maioria nem aparece no site do TSE para consulta pública.
A falta de transparência de um órgão que não presta contas de suas perseguições políticas em eleições impede que se saiba o que aconteceu e qual o impacto do chamado “combate a desinformação” na derrocada da democracia do país e o que esperar do pleito desta ano em que o impeachment de ministros do STF é pauta.
A fábrica de remédios contra a lei passou a produzir venenos contra os que não aceitam o crime institucionalizado.
A Agência Nacional de Vilipêndio da Sanidade, aprovou a nova peçonha, por ter eficácia comprovada e não apresentar contaminantes, como foi o caso do detergente Ypê, cuja produção foi encerrada, justamente depois da compra da Minuano pelos irmãos Esleys, para que eles contribuam com a campanha de lula com os R$ 10 BILHÕES, liberados pelo amigo do Macallan do amigo e façam inveja à merreca doada na campanha de Bolsonaro.
Por essa liberação suprema, ele espera o convite para as comemorações da reeleição, no novo Yacht, Esley One, comprado do Abramovich, pois já vai longe aquela comemoração no George Club e a boca está seca.
O problema vai ser escolher entre a perlage do champanhe ou o familiar tilintar do gelo naquele generoso dram de scotch… Uuh!…