A guerra que a política move contra a inteligência no Rio de Janeiro

6 de maio de 2026 § 1 comentário

§ Uma Resposta para A guerra que a política move contra a inteligência no Rio de Janeiro

  • gracefullyf6aa39b6a3 disse:

    A coisa começa a ficar difícil na base, nos critérios absurdos de seleção dos que irão para as universidades. Continua com a suspeita atuação governamental na gestão das universidades, desviando finalidades do orçamento para o ensino e engordando os bolsos dos “empresários” privados do ensino universitário e destruindo o objetivo básico do FIES.
    As boas e tradicionais universidades são mal administradas, politizadas, sem qualquer coordenação e gerenciamento de pesquisa.
    Por mais que haja empenho intelectual, não há política de INTEGRAÇÃO ADMINISTRATIVA e o intelectual é obrigado a se embrenhar em uma “burrocracia” que o afasta dos objetivos precípuos, o desanima ou o faz mudar de país.
    A pesquisa não escala como deveria, tudo é difícil e demorado, gerando um marasmo angustiante nos laboratórios.
    Além do propósito do intelectual e seu projeto aprovado, há que se criar um organograma de apoio material, logístico, administrativo e até jurídico que interaja como um organismo em crescimento.
    Muitos pesquisadores acabam falando sozinhos nos corredores, sem serem escutados, sem serem considerados, fazendo com que seus promissores trabalhos científicos acabem no lixo ou em outro país, assim como é visível o desenvolvimento tecnológico e científico do país.
    São milhares os depoimentos de ótimos intelectos, com projetos belíssimos e que desistiram de uma carreira acadêmica para que a família não morresse de fome, foram trabalhar em multinacionais e seus passes são disputados a preço de ouro dentro da própria empresa ou viraram estrelas em laboratórios de pesquisa pelo mundo afora.
    A evasão de inteligências deixa o saldo da rasa burrice que se observa atualmente no país.
    Enquanto isso, insiste-se em encher as universidades com cotas de todos o espectro preconceituoso, para que se formem ativistas esquerdopatas, estúpidos e analfabetos funcionais, futuros capangas de desgovernos demagogos e assistencialistas, levados a cargos de poder, por afinidade ideológica, nunca por uma competência, pois não a adquiriram.
    É no caos universitário que se formam os aprendizes a futuros vermelhos, pela vergonha da própria estupidez, mas sempre vorazes pelas verdinhas.

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