De comum entre os dois lados no Dia do Trabalho, só o grito por menos trabalho

1 de maio de 2026 § Deixe um comentário

Pelo segundo ano consecutivo, Lula não vai a nenhuma. Não é só porque mudou de classe. É medo de vaia mesmo.

Em São Paulo, há eventos em diferentes pontos da cidade.

A Paulista, tradicional palco de manifestações, recebe neste ano apenas grupos da direita, como Patriotas do QG, A Voz da Nação e Marcha da Liberdade. Sob o lema “Flávio presidente, Bolsonaro livre e Supremo é o povo”, o grupo convocou um ato em frente à Fiesp, que começou às 11h.

No ano passado, a Paulista foi ocupada por grupos da esquerda e centrais sindicais. Dormiram no ponto e a direita reservou antes. Neste ano, a Intersindical, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e o movimento Vida Além do Trabalho (VAT), estão concentradas desde às 9h na Praça Roosevelt. E haverá outra manifestação da esquerda no bairro da Liberdade, em estarão presentes Fernando Haddad e Simone Tebet.

Dois atos do mesmo “lado” soam como excesso de otimismo. Em 2024, um ato das centrais sindicais reuniu pouco mais de 1.600 pessoas no estacionamento da Neo Química Arena, em São Paulo. 

Neste ano, o PT organizou atos nos 27 estados em parceria com centrais sindicais e movimentos sociais.

Na pauta, reeleição do Lula, regulamentação do trabalho por aplicativos e outras quinquilharias.

De comum mesmo, neste Dia do Trabalho, os dois lados defenderão menos trabalho: o fim da jornada de 6 x 1.

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