Austeridade só é falácia para governos demagogos, populistas e centralizadores que insistem em manter a pobreza, distribuindo esmolas como voto de cabresto, impedindo que o povo tenha voz ativa para reagir à indignidade convenientemente imposta.
O aumento do tamanho do Estado é a antítese da democracia, traz despesas absurdas e forçosamente tirará recursos do bolso do contribuinte, seja ele pobre ou rico, diminuindo o poder de compra e aniquilando a economia de mercado.
Há muitas formas de se impingir a escravidão; a cobrança de impostos absurdos, com injusta e criminosa distribuição do dinheiro arrecadado como esmola é uma delas.
Portanto, austeridade e investimentos para o desenvolvimento do país são práticas democráticas e que podem até justificar uma arrecadação maior de impostos, como é o caso da socialista Suécia.
O aumento astronômico da dívida pública, com subsequente inflação e a falta de correspondência dos aumentos de salário destrói a economia de consumo e leva à quebra total da produtividade e do enriquecimento do país.
Sem falar do corporativismo das oligarquias estatais que não se importam com inflação ou com a concorrência desleal com a livre iniciativa.
Não à toa, o empresário da livre iniciativa é austero, porque não pode aumentar indiscriminadamente o preço dos seus bens e serviços, enquanto os oligarcas, amigos do rei, esbanjam riqueza, porque vivem de acordos e até de perdões bilionários de suas dívidas.
Os oportunistas e aproveitadores saciam sua sedenta voracidade por dinheiro público, direto da fonte em Brasília, secando-a para o resto do país, fazendo da política pública um balcão de acordos vorazes, em que o povo já foi excluído faz tempo.
Grande Shuller
Austeridade só é falácia para governos demagogos, populistas e centralizadores que insistem em manter a pobreza, distribuindo esmolas como voto de cabresto, impedindo que o povo tenha voz ativa para reagir à indignidade convenientemente imposta.
O aumento do tamanho do Estado é a antítese da democracia, traz despesas absurdas e forçosamente tirará recursos do bolso do contribuinte, seja ele pobre ou rico, diminuindo o poder de compra e aniquilando a economia de mercado.
Há muitas formas de se impingir a escravidão; a cobrança de impostos absurdos, com injusta e criminosa distribuição do dinheiro arrecadado como esmola é uma delas.
Portanto, austeridade e investimentos para o desenvolvimento do país são práticas democráticas e que podem até justificar uma arrecadação maior de impostos, como é o caso da socialista Suécia.
O aumento astronômico da dívida pública, com subsequente inflação e a falta de correspondência dos aumentos de salário destrói a economia de consumo e leva à quebra total da produtividade e do enriquecimento do país.
Sem falar do corporativismo das oligarquias estatais que não se importam com inflação ou com a concorrência desleal com a livre iniciativa.
Não à toa, o empresário da livre iniciativa é austero, porque não pode aumentar indiscriminadamente o preço dos seus bens e serviços, enquanto os oligarcas, amigos do rei, esbanjam riqueza, porque vivem de acordos e até de perdões bilionários de suas dívidas.
Os oportunistas e aproveitadores saciam sua sedenta voracidade por dinheiro público, direto da fonte em Brasília, secando-a para o resto do país, fazendo da política pública um balcão de acordos vorazes, em que o povo já foi excluído faz tempo.