Alcolumbre segue fazendo beicinho para o “Bessias”
24 de abril de 2026 § 2 Comentários


Davi Alcolumbre continua dando suador em Lula. Não ataca nem recomenda voto no “Bessias”, nem libera o seu rebanho particular de senadores para faze-lo.
Até hoje ele não recebeu o candidato de Lula para o STF para uma conversa.
Lula tem um vasto arsenal de cargos por onde passam, direta ou indiretamente, grossas verbas, em agências do governo como o Cade e outras.
Jogo limpo…
A sabatina é dia 29 e “Bessias” já tem o apoio de Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Andre Mendonça, pela fé evangélica comum. “Bessias” é diácono (o primeiro grau de promoção) da Igreja Batista Cristã de Brasília.
Sua torcida acha que ele já tem 48 votos garantidos.
A informação é de Mônica Bergamo.
Um país não pode estar à mercê de sistemas, esquemas e acordos de grupos oportunistas e sedentos de poder.
Para que isto não aconteça, essas indicações não podem ser feitas pelo Executivo, bem como as corruptas emendas parlamentares precisam acabar ou o voto popular continuará sendo mera formalidade chanceladora das autocracias de sempre.
Como está, permanecerão os eternos impasses, relativos às políticas positivas e democráticas para o país, as aprovações de projetos que beneficiam o agigantamento estatal, assim como será previsível o aumento do corporativismo patrimonialista atual, não importando o quadro dos Três Poderes, pois todos serão escravos dos seus mandatos ou se tornarão traidores do favoritismo presidencial.
É simples:
Se o Poder Executivo suborna o Poder Legislativo com as famigeradas emendas parlamentares e indica centenas de mercenários para o Poder Judiciário, o país permanecerá em um regime análogo ao absolutismo medieval, caso o chefe do Poder Executivo seja da nobreza indicadora ou, se contrário ao sistema, o país estará ingovernável.
Vide o governo Bolsonaro, os inúmeros impedimentos aos seus projetos, desde o primeiro dia de seu mandato, bem como as atuais inelegibilidade e prisão. Todos, atos totalmente arbitrários, porém, sustentados pelos comprometidos com as indicações presidenciais.
Portanto, nem Bessias, nem Imbecias, nem qualquer outro capanga, mas um jurista de real e douto saber, indicado para um período de no máximo seis anos, por uma bancada de notáveis juristas e aprovado por maioria do Senado e Câmara dos deputados federais.
“Bessias” no STF será juiz ou capelão?