Leilão de termelétricas mostra que Lula não se importa em poluir se for para beneficiar amigos
23 de abril de 2026 § 2 Comentários


Poucos meses após a COP-30 em Belém, que prometia fundos verdes e descarbonização, o governo Lula realizou o maior leilão de termelétricas da história, focado em usinas a gás natural e carvão, que produzem uma energia mais poluente e mais cara.
As novas usinas contratadas devem emitir quase 15 mil toneladas de CO₂ por hora de operação, elevando a participação de termelétricas na matriz energética brasileira de 19,6% para 23,5%.
Aliados do governo Lula foram os principais vencedores do leilão, de 19 GW, com investimentos que devem se pagar em menos de dois anos.
A Eneva, do BTG, de André Esteves, venceu com 5 GW, garantindo R$ 11,7 bilhões anuais por 15 anos.
A Petrobras ficou em segundo, com 4,8 GW e R$ 9,2 bilhões anuais.
E a Âmbar, do grupo J&F, dos irmãos Esley Batista, terminou em terceiro, com 2,5 GW e R$ 5,8 bilhões anuais.
Um dos principais fornecedores de carne dos EUA, Joesley teve papel decisivo nas negociações com Trump durante o tarifaço e a aplicação da Lei Magnitsky a autoridades brasileiras.
Além disso, o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, editou uma Medida Provisória que aliviou o caixa da Amazonas Energia, adquirida pelos Batista, transferindo custos de contratos termelétricos para os consumidores – os irmãos e seus executivos se reuniram pelo menos 17 vezes com Silveira e o MME antes da MP.

O ministro de Lula também é próximo de André Esteves.
Silveira participa regularmente de eventos exclusivos do BTG, como a BTG CEO Conference e o AgroForum, discutindo políticas de energia e mineração que favorecem o portfólio do banco.
Em 2024, ele indicou o CEO da consultoria PSR (controlada pelo BTG) para o Conselho Nacional de Política Energética.
Além dos vínculos do governo com os vencedores, o leilão teve inconsistências técnicas.
O edital começou com um preço-teto de R$ 313 bilhões, mas o ministro Alexandre Silveira o revisou para R$ 515,7 bilhões apenas 72 horas depois de seu anúncio, alegando erro de cálculo da equipe técnica do Ministério e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), composta por 26 especialistas.
A mudança abrupta, sem fundamentação pública detalhada até o momento, ampliou o orçamento disponível em mais de 65%, beneficiando diretamente os licitantes.
Essa quadrilha do PT é enorme, cada dia que passa agente é apresentado a um “cUmpanheiro” que não conhecia.
A notícia de que a energia solar complementaria o déficit energético da região, não está importando para a tal licitação.
O negócio é quanto vai caber de propinas e ganhos ilícitos à matilha participante.
Aumento nas contas de energia elétrica à vista, enquanto o lucro dos irmãos felizardos e do tal Banco do Pactual de Sangue só aumenta à custa do empobrecimento do povo brasileiro.
Cadeia para toda a bandidagem.