Geddel volta a ser alvo da PF, desta vez como ‘chefe’ de um esquema do CV em presídio
22 de abril de 2026 § 2 Comentários


O Ministério Público da Bahia investiga o ex-deputado federal Geddel Vieira Lima (MDB) por suspeita de receber R$ 1 milhão em propina usada para facilitar a fuga do traficante Ednaldo Pereira de Souza, conhecido como “Dadá”, líder do Primeiro Comando de Eunápolis, braço do Comando Vermelho, no sul do estado.
Condenado a 14 anos de prisão pelo STF em 2019, quase metade da pena imposta a Jair Bolsonaro, por lavagem de dinheiro, depois que a PF encontrou R$ 51 milhões em dinheiro em um apartamento de Salvador ligado a seu nome, ele nunca cumpriu mais que 4 anos e meio em regime fechado. Geddel voltou aos noticiários por causa da Operação Duas Rosas, deflagrada em 16 de abril de 2026, que prendeu o ex-deputado Uldurico Júnior em um hotel na Praia do Forte.
Os policiais identificaram o pagamento de R$ 2 milhões em propina para viabilizar a fuga de 16 detentos do presídio de Eunápolis em 12 de dezembro de 2024 e encontraram mensagens em celulares apreendidos citando Geddel como “chefe”, que receberia metade desse valor.
A ex-diretora do presídio, Joneuma Silva Neres, que foi posta por Uldurico no cargo, fechou delação premiada, confessando regalias aos presos de “Dadá” e a própria trama da fuga.
As informações são do Estadão.

É vício do PT, eles não aguentam ficar sem roubar, mesmo que seja R$1000,
Uma vez ladrão,
Sempre ladrão.
Ladrão ele sempre há de ser.
É o maior pesar vê-lo roubar,
Seja com malas, seja a fugas facilitar.
Roubar, roubar, roubar!
Uma vez ladrão,
Sempre ladrão.