Outros criminosos também querem moleza que Moraes deu a si mesmo
20 de abril de 2026 § 1 comentário


Para bloquear investigações das CPI’s do INSS e do Crime Organizado e evitar que a ferramenta fosse usada para analisar suas próprias contas e as de sua família, Alexandre de Moraes decretou, em 27 de março deste ano, que os chamados Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), só poderiam ser solicitados pela polícia depois da instauração de um inquérito e proibiu que os relatórios fossem a primeira medida de uma investigação.
Informações sobre o Imposto de Renda do Banco Master, enviadas à CPI, confirmaram pagamentos de Daniel Vorcaro ao escritório Barci de Moraes.
Agora, advogados de todos os outros criminosos em condições de pagá-los no país estão pedindo a mesma regalia e até a anulação de investigações e processos que tiveram início com o COAF cumprindo a função para a qual foi criado ou a soltura de seus clientes presos com base nisso.
A decisão foi invocada, por exemplo, por advogados de investigados na operação El Patrón, que apura crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro na Bahia. Também foi usada por investigados da operação Migalhas, sobre contrabando de agrotóxicos no Paraná, e da operação Quéfren, que investigou influenciadores que enriqueceram promovendo casas ilegais de jogo online, como o “Tigrinho”.
As informações são da coluna de Andreza Matais no Metrópoles.
O exemplo vem de cima e quando é criminoso, só aumenta a pouca vergonha nacional.
Caso essa corja não seja presa, a tendência é a continuidade do plano do bandido presidente, como estabelecido no Foro de São Paulo.
CUBA CONTINENTAL.