Com Moraes ameaçado e a imprensa mudada, Bolsonaro deve voltar pra casa
20 de março de 2026 § 1 Comment


Alexandre de Moraes pediu para a PGR se manifestar sobre a ida de Jair Bolsonaro ara a prisão domiciliar.
Ele está de posse de uma farta documentação do ex-presidente enviada pela equipe médica que o acompanha no hospital DF Star para avaliar o novo pedido de prisão domiciliar apresentado nesta semana pela defesa dele.
Além do prontuário, o ministro recebeu duas tomografias computadorizadas do pulmão e um relatório médico informando que ele teve “injúria renal aguda” e precisou usar três antibióticos até que se conseguisse controlar a infecção, revela Malu Gaspar.
O documento elenca ainda o histórico de hipertensão, múltiplas cirurgias abdominais, crises frequentes de soluço e o uso contínuo de diversos medicamentos.
Segundo a coluna, Bolsonaro tomou três classes de antibióticos para combater a infecção que poderia tê-lo matado e precisará de monitoramento pelo menos até o próximo dia 27, quando vai completar 14 dias tomando medicamento pela veia.
Ele está consciente, estável e sem necessidade de respirador, mas permanece em uma ala intermediária da UTI sem previsão de alta.
Nada, enfim, que destoe de todos os laudos anteriores.
O que de fato mudou entre os últimos rejeitados e este foi a condição de segurança no cargo de Alexandre de Moraes, aquele cuja família tem um contrato que lhes garante 3 milhões e 600 mil reais POR MÊS, e a atitude da imprensa a respeito da questão, com editoriais no Estadão e no Globo pedindo para dar a Bolsonaro o que a lei manda dar, e todo mundo obedece, a qualquer prisioneiro nas condições dele.
Cabem especulações, a propósito, sobre o que terá movido esses dois órgãos da imprensa tradicional a aceitar que é melhor dar a Jair Bolsonaro ainda vivo aquilo que não se nega até para quem está preso porque de fato cometeu um crime.
Na verdade ela não está “sensibilizado” coisa nenhuma. Está é com receio do Bolsonaro morrer e ele ter que responder por isso.