A criatura saiu do controle
14 de março de 2026 § 1 comentário



Como no conto imortal de Mary Schelley, a imprensa domesticada se depara com sua criatura fora de controle.
Até as ameaças contra o Globo pelas revelações de Malu Gaspar e Lauro Jardim em janeiro deste ano, e o ensaio de AdeM contra o jornalista do Maranhão nesta semana, a chamada “grande imprensa” praticamente não registrou, nem as denúncias de Mike Benz, nem as de Eduardo Tagliaferro, mesmo quando cada um deles depôs no Congresso Nacional.
No Maranhão, o tema censurado foi o uso de um Toyota SW4 blindado do tribunal pela família do Dino no estado mais pobre do Brasil, conforme mostrou uma extensa matéria do Jornal Nacional de ontem.
Esse SUV, zero, com blindagem, pode custar até R$ 680 mil.
A Abraji estava entre as entidades mais citadas por Mike Benz como participante ativa do Consórcio Industrial da Censura financiada pelas entidades da CIA disfarçadas como ONGs.
As denúncias do especialista norte-americano em censura digital foram dadas a conhecer ao Brasil pela primeira vez pelo Vespeiro na véspera do Natal de 2024 – leia a matéria neste link.
Nas denúncias de Mike Benz, a Abraji é citada como parte integrante do que ele chama de “Complexo Industrial da Censura” financiado pelos EUA para interferir nas eleições de 2022, com o objetivo de enfraquecer o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Por meio da USAID, do NED (National Endowment for Democracy) e do Atlantic Council, o Departamento de Estado criou uma rede de ONGs, agências de checagem de fatos e ativistas no Brasil para promover censura disfarçada de combate à “desinformação”.
Em depoimento no Congresso brasileiro (agosto de 2025), Benz descreve a Abraji como um “nó” nessa rede, em parceria com o TSE.
“A Abraji recebeu recursos diretos do Departamento de Estado (cerca de US$ 233.762 entre 2020-2024), da USAID (para eventos como o congresso de 2024) e da Embaixada dos EUA no Brasil”.
A Abraji é apontada como fundadora e controladora do Comprova, um consórcio de checagem de fatos envolvendo 28-40 veículos de mídia brasileiros e era apoiado por entidades americanas (incluindo Google News Initiative, Meta Journalism Project e First Draft) e foi integrado ao Programa Permanente de Combate à Desinformação do TSE em 2022 comandado por AdeM que usava os expedientes descritos por Eduardo Tagliaferro para produzir provas falsas e condenar inocentes, seja ao banimento das redes, seja a penas de prisão draconianas por participação na manifestação de 8/1 de 2023.

A Abraji e grupos semelhantes (como Agência Lupa e Fundação Getúlio Vargas) foram treinados e financiados para atuar como “checadores” oficiais, pressionando plataformas digitais a banir conteúdos que beneficiavam Bolsonaro.
Benz enfatiza que a Abraji, apesar de se apresentar como defensora da liberdade de expressão, funcionava como um “intermediário” para interesses geopolíticos dos EUA, alinhados ao governo Biden contra líderes como Bolsonaro (apelidado de “Trump dos Trópicos”).

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