O que é “totalitarismo”
13 de março de 2026 § 1 comentário


A palavra deixou de existir para a imprensa domesticada, como se vê no “chapéu” dessa materinha do “Estadão”, mas é disso que se trata.
Eliminadas todas as formas de representação institucional das diferenças que, somadas, constituem a China, parte-se para o estágio de esmagar também os indivíduos “portadores” dessas diferenças, em sua individualidade, preservado o corpo, é claro, porque alguém tem de trabalhar para o dono de todos os meios de produção e seus produtos, a serem distribuídos a quem se comportar bem.
Qualquer semelhança com o ensaio “woke” a que o Ocidente está entregue não é mera coincidência.
A forma mais extrema de autoritarismo é o totalitarismo.
A eliminação da identidade cultural de um povo é uma aberração das más lideranças, podendo inclusive gerar grandes conflitos sociais, embora na presunção e psicopatia do líder totalitário, tal atitude signifique apenas DOMÍNIO.
Como sempre, a brutalidade desumana do processo não passa de consequência de um pragmatismo insensível.
O Marquês de Pombal agiu da mesma forma aqui, ao determinar a extinção da Língua Geral, uma associação inteligente da língua nativa e do português.
Seu intuito era o de consolidar o domínio português, inclusive pela imposição da língua do dominador, ferindo de morte, a evolução identitária brasileira.
A Língua Geral foi um valioso instrumento linguístico integrador (muito ajudado pelo trabalho dos jesuítas com a cartilha tupi), aproximava nativos e colonos e gerava benefícios para todos, porque era adaptativo e não impositivo.
A intenção progressista/globalista, ao degenerar e ridicularizar culturas com a imbecilidade woke é o contrário do respeito às culturas locais, a razão do sucesso de Dario e seu filho Xerxes I, quando da expansão do Império Aquemênida.
Ao contrário, a intenção bestial do tirano se resume ao domínio de corpos e mentes, pela eliminação identitária.
A natureza humana se revolta contra imposições e a história demonstra que o resultado final será a revolução e a desordem social.
Logo, totalitarismo não passa de estupidez e psicopatia.