Banco Master é uma arapuca de 2ª geração
19 de janeiro de 2026 § 2 Comentários


Saul Dutra Sabbá, que vendeu o Banco Máxima para Daniel Vorcaro, que trocou a marcador “Master” foi condenado pela Justiça Federal de São Paulo a 3 anos de reclusão, por gestão fraudulenta. Ele foi acusado de gerar ganhos fictícios entre os anos de 2014 e 2016 e simular a valorização de investimentos do banco para reduzir os prejuízos no demonstrativo financeiro, entre outras manobras contábeis fraudulentas para dissimular insuficiência de capital.
A denúncia, apresentada pelo Ministério Público Federal de São Paulo em 2021, com base em informações do Banco Central (BC) e apurações da Polícia Federal (PF), já apontavam para o uso de fundos geridos pela Reag para viabilizar as fraudes.
O golpe era exatamente o mesmo aplicado por Vorcaro: uma “empresa de negócios imobiliários” tomou um empréstimo, usado por outros CGCs para adquirirem cotas de um fundo administrador pra Reag do qual o banco quebrado era, no final, o único cotista. E isso disfarçava o rombo quede tinha nas contas.
Em dezembro de 2025, Sabbá assinou acordo com o Ministério Público Federal (MPF) para não sofrer as consequências penais do crime de gestão fraudulenta. O acordo, que ainda será analisado pela Justiça Federal, prevê que Sabbá reconheça as irregularidades cometidas e pague multa de R$ 100 mil. O caso corre em segredo judicial.
A relação de Daniel Vorcaro com o Máxima começou em 2017, com a compra de uma participação minoritária. No ano seguinte, ele assumiu o controle da instituição. Em 2021, o Máxima mudou de nome para Banco Master.
As informações são da coluna de Gabriela Furquim do Metrópoles.

Se você deixar de pagar um imposto de $90,00, você é um devedor não patriota e multa juros etc de 30% ou mais
QUE QUADRILHA DE VIGARISTAS !
GAMBÁ ANDA COM GAMBÁ…..