Passo a passo, como foi a operação militar e a captura de Maduro
14 de janeiro de 2026 § 1 comentário

A operação que o presidente Donald Trump anunciou pelo Truth Social nas primeiras horas da manhã de 3 de janeiro foi o ato final de cinco meses de uma escalada paciente que começou pela Operação Southern Spear em agosto de 2025 e o bloqueio naval subsequente.

O pacote de ataque foi lançado do porta-aviões USS Gerald Ford posicionado no Caribe. Mas o que garantiu o sucesso da operação foi a guerra invisível que precedeu a parte visível da operação.
O Comando Cibernético e a Agência de Segurança Nacional (NSA) vinham preparando a anulação das redes militares venezuelanas semanas antes do ataque. O sistema venezuelano, já degradado por anos de corrupção e fuga de cérebros, foi sistematicamente mapeado. Quando o ataque real começou, nenhuma ação foi desencadeada a esmo, nenhum disparo foi desperdiçado.


Caças F-35 Lightning II, invisíveis aos radares e capazes de ataques cirúrgicos, e caças de ataque ar-ar F/A Super Hornet decolaram para garantir proteção. Mas o “armamento” essencial que eles escoltavam eram os EA-18G Growlers carregados de dispositivos de ataque eletrônico e supressão de radares e os parrudos EC-130H Compass Call, verdadeiras centrais de interferência em comunicações.


Os primeiros “disparos” foram dos “pods” de interferência ALQ-99. Não foi uma ação de supressão indiscriminada. Eles são previamente programados com dados do alvo a ser anulado. Cada um deles foi dirigido precisamente contra cada um dos sistemas de radares e dos centros de comunicações do sistema de defesa venezuelano, cujas vulnerabilidades já tinham sido previamente mapeadas e detalhadas.

Em paralelo, os enormes EC-130H (EC de Eletronic Combat), voando em posições não divulgadas, interferiam nas comunicações militares venezuelanas em múltiplas faixas de frequência simultaneamente.
Os comandantes venezuelanos não conseguiam contatar seus quartéis. As baterias de defesa aérea de fabricação russa não conseguiam receber dados dos radares. Os pilotos de caça não conseguiam receber ordens de decolagem. As Forças Armadas Venezuelanas estavam cegas, surdas e mudas.




Isso explica por que as baterias S-300VM, capazes de atingir alvos a 250 km de distância, de fabricação russa, nunca chegaram a ser ativadas. Isso explica por que os sistemas Buk-M2E de defesa aérea de médio alcance foram destruídos no solo sem atingir seus alvos. Isso explica por que os caças SU-30MK2 nunca decolaram.
A guerra eletrônica já tinha decidido todas as batalhas antes do primeiro helicóptero americano cruzar a linha da costa e entrar na Venezuela.




A ditadura bolivariana possuía o mais formidável sistema de defesa aérea da América Latina, com 12 lançadores S-300MV Antey 2500, o mais moderno de mísseis terra-ar de longo alcance (250 km) da Rússia; nove baterias de mísseis de médio alcance Buk-M2E, com 45 km de alcance, múltiplos sistemas de curto alcance Pechora-2M e um esquadrão de caças SU-30MK2.
Nada disso chegou a ser usado.
O aparato de defesa venezuelano era o mesmo que tinha o Irã e também foi completamente anulado no ataque de Israel em 12 e 13 de junho do ano passado, o que é um golpe de morte, tanto num dos mais fortes “argumentos” de conquista de ditaduras aliadas (a entrega de “segurança” no poder), quanto para as expectativas de vendas da indústria de armamentos russa.

A sequência do ataque foi um passeio. Os alvos estratégicos dos caças-bombardeiros americanos formavam um pentagrama ao redor da capital: Forte Tiuna, o maior complexo militar do país e centro nevrálgico do poder do regime, ao Sul; a Base Aérea La Carlota, a principal da aviação em Caracas, a Leste; o porto La Guaíra, ao Norte, para cortar possíveis vias de fuga; o centro de comunicações El Volcan, a Oeste. E ainda ataques secundários nos estados de Miranda e Aragua, fechando possíveis corredores de retirada. Tudo planejado para colapsar simultaneamente todas as possibilidades de resposta da Venezuela.
Quando os enormes helicópteros MH-47G Chinook entraram, eles passearam livremente pela Venezuela até chegar ao palácio presidencial em Caracas, onde o 1º Destacamento Operacional de Forças Especiais Delta capturou Nicolas Maduro e sua mulher e voltou para o USS Iwo Jima como se estivesse em mais um exercício de treinamento no deserto de Nevada.
O relato de
um suposto sobrevivente
venezuelano

Toda a reconstituição acima está baseada em dados concretos colhidos em várias fontes.
Do lado venezuelano, um relato dramático surgiu ontem na internet, atribuído a um guarda de segurança de Nicolás Maduro sobrevivente.
Não é de uma fonte identificável, mas combina com os dados até agora conhecidos e soa muito interessante:
Guarda de Segurança: No dia da operação, não ouvimos nada se aproximando. Estávamos de guarda, mas de repente todos os nossos sistemas de radar desligaram sem qualquer explicação. A próxima coisa que vimos foram drones, muitos drones, sobrevoando nossas posições. Não sabíamos como reagir.
Entrevistador: Então, o que aconteceu depois? Como foi o ataque principal?
GS: Depois que os drones apareceram, alguns helicópteros chegaram, mas eram muito poucos. Acho que no máximo oito helicópteros. Desses helicópteros, desceram soldados, mas em número muito pequeno. Talvez vinte homens. Mas esses homens eram tecnologicamente muito avançados. Não se pareciam com nada que já tivéssemos enfrentado antes.

E: E então a batalha começou?
GS: Sim, mas foi um massacre. Éramos centenas, mas não tínhamos chance. Eles atiravam com tanta precisão e velocidade… parecia que cada soldado disparava 300 tiros por minuto. Não podíamos fazer nada.
E: E suas próprias armas? Não ajudaram em nada?
GS: Nenhuma ajuda. Porque não eram só as armas. Em certo momento, eles lançaram algo… não sei como descrever… era como uma onda sonora muito intensa. De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro. Todos começamos a sangrar pelo nariz. Alguns vomitaram sangue. Caímos no chão, sem conseguir nos mexer.
E: E seus camaradas? Conseguiram resistir?
GS: Não, de jeito nenhum. Aqueles vinte homens, sem uma única baixa, mataram centenas de nós. Não tínhamos como competir com a tecnologia deles, com as armas deles. Juro, nunca vi nada parecido. Não conseguíamos nem ficar de pé depois daquela arma sônica, ou seja lá o que fosse.


A “arma sonora” descrita por essa testemunha realmente existe e esta foi a primeira vez que ela foi usada numa situação de combate real.
Feito inicialmente tendo em vista a dispersão de manifestações, o “Active Denial System” (ADS) funciona por meio da emissão de ondas de energia superficiais que atingem o corpo humano e geram dor imediata. Mas quando o alvo sai da linha de ação do feixe, os sintomas cessam rapidamente e não costumam deixar marcas visíveis, como queimaduras ou ferimentos externos. Por isso é descrita como “uma arma não letal”.
Tecnologias semelhantes já foram usadas pela China em 2020, para forçar a retirada de soldados indianos na região do Himalaia. Essas armas também podem estar relacionadas à chamada “Síndrome de Havana”, que afetou diplomatas e funcionários dos EUA na capital cubana a partir de 2016.
Veja uma demonstração:
E, por aqui, segundo o atual plantonista no STF, derrubariam o governo com algodão doce e bíblia.