Irã executou soberanamente 1858 homens, mulheres e crianças em 2025
10 de janeiro de 2026 § 2 Comments


O relatório de 2025 da organização Hengaw, que documenta abusos de direitos humanos no Irã e no Curdistão, registrou que a ditadura chefiada pelo aiatolá Khamenei, daquela seita que quer impor ao mundo a volta ao século 7o à força de bombas atômicas e que, junto com chineses e russos, construiu fabricas de mísseis e drones com 5 mil km de alcance a 1939 km de distância de Miami, na Venezuela bolivariana, executou pelo menos 1.858 iranianos, aí incluídas 55 mulheres e pelo menos um menor de 18 anos, prendeu outros 1.552 súditos, dos quais 59 foram mortos sob tortura, e assassinou outros 74 civis em tiroteios diretos pelas forças do governo em manifestações.

Houve uma forte e soberana escalada nas execuções judiciais, mortes em prisões, prisões arbitrárias, violência sistêmica e graves abusos de direitos humanos contra mulheres, minorias religiosas como os bahá’ís, estudiosos islâmicos sunitas e clérigos xiitas dissidentes, em todo o país.

Pelo menos 454 ativistas políticos, civis e religiosos foram julgados e condenados a punições que incluem morte, prisão e chicoteamentos. Mais de 49% dos julgados e condenados à prisão (219 casos) eram ativistas curdos. 24 foram executados. As penas de prisão somadas chegam a 1.766 anos e 11 dias de prisão discricionária (ta’zir) e 32 anos e 8 meses de prisão suspensa. Onze vitimas foram condenados a um total de 728 chicotadas, 66 cada uma, na média.

As identidades de 1.796 prisioneiros executados foram confirmadas. As de outros 62 continuam sob investigação.
- Pelo menos 55 mulheres foram executadas.
- Pelo menos um menor infrator foi executado.
- Apenas 75 execuções foram oficialmente anunciadas pela mídia estatal.
- Pelo menos 81 prisioneiros foram executados secretamente e sem acesso a uma última visita familiar.
- As sentenças de morte de pelo menos 11 fosprisioneiros foram executadas em público.


As acusações incluíram:
- Crimes de natureza religiosa e sexual (como homossexualidade, entre outros): 43 executados.
- Homicídio premeditado: 915 executados.
- Crimes relacionados com drogas: 852 executados.
- Estupro: 36 executados.
- Assalto a mão armada: 12 executados.
- Crimes econômicos: 1 executado


Dos 74 mortos a tiros em manifestações pela Guarda Revolucionária (um aumento de 164% em relação ao ano anterior):
- 44 (59,5%) eram da etnia baloch,
- 15 (20%) eram civis curdos,
- 6 eram mulheres e
- 3 eram crianças entre 4 e 7 anos de idade.

Das 59 mortes em prisões (um aumento de 168% em relação a 2024):
- pelo menos 7 foram sob tortura.
- 34 foram por negação de tratamento médico, método de execução que a ditadura lulista, também soberanamente, pratica.
1552 pessoas foram presas por crimes políticos, culturais ou religiosos.
- 48 eram menores de 18 anos
- 3 meninas
- 45 meninos
- 167 eram mulheres


Nas democracias ocidentais a maioria das pessoas que “pensam bem”, acham que fazer isso com pessoas é um direito inalienável de ditadores, cuja “soberania” sobre a vida, a mente e a carne de seus súditos deve ser intocável desde que se trate de nacionais torturando e matando nacionais.



O Irã é o modelo “top de linha” desejado por muitos esquerdistas latino-americanos, quando o assunto é ditadura e poder de um tribunal vertical revolucionário. Mal sabem esses ignorantes, adeptos do wokismo, ideologia de gênero e outras inutilidades mais, que num regime como dos aiatolás não tem espaço para essas extravagâncias, por assim dizer.
E o 9 dedos quer ser igualzinho a eles!!! Que fofo!!!