Aldo Rebelo é um ex-comunista que militou no Partido Comunista do Brasil (PCdoB) por cerca de 40 anos, mas em 2017 afastou-se por discordar da agenda do partido, que, em sua visão, teria trocado o foco em causas nacionais por temas de identidade. Sua trajetória política o levou a ter posições no governo, como ministro dos governos Lula e Dilma, e, mais recentemente, a se aproximar de lideranças da direita, como Jair Bolsonaro.
O que deveria ser a grande consagração de Luiz Inácio Lula da Silva como um “estadista global”, a sua oportunidade de ouro de posar como o salvador do planeta e apagar a sua imagem de pária internacional, está se mostrando, antes mesmo de seu início oficial, o maior e mais caro fiasco da história diplomática recente do Brasil. A COP 30, um evento inútil orçado em 5 bilhões de reais (e subindo, com gastos convenientemente colocados em sigilo), não se trata do clima. Nunca foi. É sobre um projeto de poder vaidoso que, para infelicidade dos seus arquitetos, entrou em choque de forma violenta com a dura realidade.
Vidas Secas, reféns de canalhas de Vidas Sujas…
O Brasil está cansado dos relatos e denúncias vitimistas de pseudo autoridades que visam mais as eleições de 2026 do que a melhora da vida do povo nordestino e nortista.
NÃO FAZEM NADA PELO POVO OU PELO PAÍS, a não ser explorar a ambos.
O Brasil já escuta, descrente, esse sotaque característico na Câmara, no Senado, nos Ministérios e na própria presidência, há muito, sem nada acontecer, a não ser a sanha do encabrestamento dos submissos votantes que imploram por uma gota d’água, sem chance da mínima dignidade, vivendo em total servidão desumana.
Acrescente-se a tanta brutalidade, a atual opressão que milhões sofrem pelo narcotráfico, pelas ONGs e pelos próprios órgãos estatais, em conluio com um narcoestado que se refestela em Brasília, principal responsável por esse holocausto social.
Grassa há séculos, por toda essa vasta região brasileira a promiscuidade, a corrupção, a prostituição em troca de um prato de comida, o tráfico de drogas e de riquezas naturais, a prevaricação, o coronelismo, o caudilhismo e o caciquismo anacrônico dos que se servem do povo humilhado, refém da crueldade, em uma terra esturricada pelo solapamento politiqueiro de gente ordinária e canalha.
Encostas, mangues, rios, represas, lagos, nascentes, morros, reservas urbanas, etc… tudo sendo destruído há décadas aqui no Brasil. No vácuo, o descaso, o crime que aumenta na mesma proporção.
Gente da esquerda que ainda é honesta, como Aldo Rebelo, que conhece o tema a fundo, vem denunciando didaticamente, inclusive no congresso, a entrega da Amazônia, loteada por lobistas disfarçados de ONGs, os mesmos que transformaram a tal Marina Silva num produto exótico de marquetagem para sustentar o teatro do “planeta sustentável” prá lá de fajuto.
Ao mesmo tempo, o desgoverno que vive a base de compra de votos e apoios espúrios, patrocinando a peso de ouro essa porcaria flopada cop30, de pura lacração e marketing. E lá estão todos os anfitriões eufóricos torrando nosso dinheiro, e sendo o que são: um bando de varzeanos nativos, encantados com as bugigangas presenteadas pelos chiques europeus.
Aldo Rebelo é um ex-comunista que militou no Partido Comunista do Brasil (PCdoB) por cerca de 40 anos, mas em 2017 afastou-se por discordar da agenda do partido, que, em sua visão, teria trocado o foco em causas nacionais por temas de identidade. Sua trajetória política o levou a ter posições no governo, como ministro dos governos Lula e Dilma, e, mais recentemente, a se aproximar de lideranças da direita, como Jair Bolsonaro.
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Portal BrasilAgro – 10.Nov.2025
Entrevista com Aldo Rebelo
COP30: O fracasso de bilhões
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O que deveria ser a grande consagração de Luiz Inácio Lula da Silva como um “estadista global”, a sua oportunidade de ouro de posar como o salvador do planeta e apagar a sua imagem de pária internacional, está se mostrando, antes mesmo de seu início oficial, o maior e mais caro fiasco da história diplomática recente do Brasil. A COP 30, um evento inútil orçado em 5 bilhões de reais (e subindo, com gastos convenientemente colocados em sigilo), não se trata do clima. Nunca foi. É sobre um projeto de poder vaidoso que, para infelicidade dos seus arquitetos, entrou em choque de forma violenta com a dura realidade.
Vidas Secas, reféns de canalhas de Vidas Sujas…
O Brasil está cansado dos relatos e denúncias vitimistas de pseudo autoridades que visam mais as eleições de 2026 do que a melhora da vida do povo nordestino e nortista.
NÃO FAZEM NADA PELO POVO OU PELO PAÍS, a não ser explorar a ambos.
O Brasil já escuta, descrente, esse sotaque característico na Câmara, no Senado, nos Ministérios e na própria presidência, há muito, sem nada acontecer, a não ser a sanha do encabrestamento dos submissos votantes que imploram por uma gota d’água, sem chance da mínima dignidade, vivendo em total servidão desumana.
Acrescente-se a tanta brutalidade, a atual opressão que milhões sofrem pelo narcotráfico, pelas ONGs e pelos próprios órgãos estatais, em conluio com um narcoestado que se refestela em Brasília, principal responsável por esse holocausto social.
Grassa há séculos, por toda essa vasta região brasileira a promiscuidade, a corrupção, a prostituição em troca de um prato de comida, o tráfico de drogas e de riquezas naturais, a prevaricação, o coronelismo, o caudilhismo e o caciquismo anacrônico dos que se servem do povo humilhado, refém da crueldade, em uma terra esturricada pelo solapamento politiqueiro de gente ordinária e canalha.
Encostas, mangues, rios, represas, lagos, nascentes, morros, reservas urbanas, etc… tudo sendo destruído há décadas aqui no Brasil. No vácuo, o descaso, o crime que aumenta na mesma proporção.
Gente da esquerda que ainda é honesta, como Aldo Rebelo, que conhece o tema a fundo, vem denunciando didaticamente, inclusive no congresso, a entrega da Amazônia, loteada por lobistas disfarçados de ONGs, os mesmos que transformaram a tal Marina Silva num produto exótico de marquetagem para sustentar o teatro do “planeta sustentável” prá lá de fajuto.
Ao mesmo tempo, o desgoverno que vive a base de compra de votos e apoios espúrios, patrocinando a peso de ouro essa porcaria flopada cop30, de pura lacração e marketing. E lá estão todos os anfitriões eufóricos torrando nosso dinheiro, e sendo o que são: um bando de varzeanos nativos, encantados com as bugigangas presenteadas pelos chiques europeus.