Organizações criminosas criaram uma indústria do mercado ilegal
4 de outubro de 2025 § 2 Comentários


Facções e carteis criminosos no Brasil profissionalizaram o mercado ilegal, movimentando mais de R$ 20 bilhões ao ano só em São Paulo, numa rede clandestina que se estende para setores formais da economia, controlando e explorando rotas rodoviárias, portos e aeroportos vulneráveis, além de manter armazéns clandestinos capazes de movimentar cargas grandes e pesadas.
Segundo o Anuário de Mercados Ilícitos Transnacionais em São Paulo, os grupos organizados transformaram contrabando, falsificação e roubo de celular em uma verdadeira multinacional do crime. Produtos com carga tributária elevada, como cigarros (80%), bebidas alcoólicas (60%), combustíveis (40%) e eletrônicos (50%), se tornaram alvos desse mercado ilegal. Os preços elevados no comércio formal criam condições para a ação de quadrilhas, que oferecem versões contrabandeadas ou falsificadas mais baratas, o que alimenta o ciclo da pirataria.
A indústria é refém do crime. Apenas 4,5% dos casos são solucionados e quase quase 60% das empresas nem registram boletim de ocorrência. Preferem investir em segurança: 80% usam vigilância eletrônica, mais de 70% contratam seguros e 45% mantêm escolta armada. No total, o setor privado gasta cerca de R$ 170 bilhões por ano em proteção.
No plano nacional, estimativas revelam a presença de 72 facções no Brasil, incluindo duas transnacionais, com o CV e o PCC, este atuando em 23 países e controlando pelo menos 15 setores econômicos, como postos de gasolina, fintechs, mineração, transportes e imóveis.
Essas organizações criminosas geram lucros bilionários, totalizando cerca de R$ 453,5 bilhões em 2022, enquanto impedem a criação de 370 mil empregos formais. Uma megaoperação recente revelou lavagem de dinheiro estimada em mais de R$ 30 bilhões, em esquemas com postos de combustíveis e fraudes fiscais.
A falta de coordenação entre mais de 1.500 órgãos de segurança pública dificulta o combate à criminalidade organizada, que mistura atividades ilícitas com negócios legais, alcançando desde o tráfico de drogas até empresas prestadoras de serviços públicos e investimentos em setores licitatórios.
Rouba-se um bem de R$ 150.000,00 para faturar R$ 15.000,00…
A conta é simples, a ilegalidade destrói um patrimônio dez vezes maior, para ter um lucro integral, sem impostos e sem investimentos.
Como a criminalidade já fatura 1% do PIB, significa que eles dão um prejuízo de 10% do PIB para o país. Alguma dúvida?
Como o povo já é obrigado a pagar o bem ou o serviço particularmente porque não pode contar com serviços estatais e ainda precisa se cercar de proteções, como manutenção cara, mensalidades altíssimas de seguros patrimoniais e de saúde, escolas, condomínios e ainda precisa arcar com o imposto mais caro do planeta, significa que, atualmente, estamos trabalhando para nos proteger do crime institucionalizado pelo governo e do crime organizado, seu fiel comparsa.
Sem falar do aumento absurdo dos impostos sobre propriedades e heranças, compradas e pagas sem qualquer ajuda do governo, agora sujeitas à arbitrária e criminosa apropriação estatal.
Esse eneadáctilo marginal ainda anuncia, como um grande sucesso, ter conseguido subtrair dos cofres públicos mais R$ 300 BILHÕES, garantidores do exponencial e escandaloso aumento da corrupção, do voto de cabresto e do sucesso nas próximas eleições.
PORTANTO, A COISA É MUITO MAIS CATASTRÓFICA DO QUE SE ANUNCIA E SIGNIFICA UM EMPOBRECIMENTO MATERIAL E MORAL DE TODOS, EM ESCALA ASSUSTADORA.
UM GRAVE CRIME CONTRA A HUMANIDADE, ACEITO PELOS DIRIGENTES QUE TROCAM SUAS RESPONSABILIDADES E JURAMENTOS DE OBEDIÊNCIA E DEFESA DAS LEIS POR TRINTA DINHEIROS. ABSOLUTOS CANALHAS E COVARDES!
A mentalidade tirânica, comunista, retrógrada e estelionatária de que o dinheiro dos impostos, as terras, construções e negócios particulares de todo o país são um enorme e inesgotável parque de diversão governamental e que tudo está aí para o regozijo da quadrilha que “tomou o poder” precisa ser interrompida imediatamente, ou teremos que trabalhar dezenas de anos para tentar reconstruir o que esse psicopata está arrasando, com todo o ódio que sente por si mesmo.
Estamos reféns ou desse Estado ou do narco, que dá no mesmo, pois, sao socios! Estou errado???