O depoimento de Mike Benz
6 de agosto de 2025 § 1 comentário

Na véspera do Natal de 2024 este Vespeiro publicou A ENTREVISTA MAIS IMPORTANTE DA DÉCADA (neste link).
O personagem, até então desconhecido para mim, era Mike Benz, chefe da divisão de informática do Departamento de Estado encarregada da formulação da política internacional de tecnologia da informação durante o primeiro governo Trump. E a longa entrevista que ele acabara de dar a Joe Rogan me atingiu como uma bomba.
Lamentando-me por material tão crítico aparecer numa data tão ingrata, com o país desmobilizado para as festas de fim-de-ano, passei o dia inteiro degravando e traduzindo o inacreditável relato de como foi que, depois de experimentar essa arma pela primeira vez na rebelião da Ucrânia de 2014, a Nato, sob inspiração do Pentágono, a adotou como sua arma mais importante contra “governos inimigos”, e como esse processo degenerou na criação do “Complexo Industrial da Censura”, o vasto aparato de manipulação da internet montado pelo Pentágono e pelo Departamento de Estado, passou a ser usado pelos democratas contra os próprios americanos para derrubar o primeiro governo Trump e, finalmente, desembarcou no Brasil quatro dias depois da eleição de Jair Bolsonaro onde, convidada e conduzida por Luis Roberto Barroso e seus contatos em Harvard, estruturou a máquina de desinformação criada para derrubar o presidente recém eleito e preparar a eleição de Lula.
Naquela primeira entrevista, Mike Benz falou no caso brasileiro de passagem, mas com detalhes suficientes para sinalizar o tamanho da bomba que tinha nas mãos.
Foi a partir daquele alerta que hoje, 6 de agosto de 2025, convocado pelo Partido Liberal, ele depôs por mais de 5 horas na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara de Deputados do Brasil, para contar, com todos os detalhes chocantes e dando os nomes de todos os participantes dessa conspiração , de Barroso, Alexandre de Moraes e seus comandados no TSE para baixo, passando por “42 redações brasileiras coordenadas por agentes americanos”, por dezenas de ONGs e “fact-checquers”, pela tão festejada Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, pela TV Globo e pelos jornalões, todos agindo sob as ordens e recebendo dinheiro e aulas de sabotagem de 28 “agências de censura” coordenadas pela Embaixada Americana de Joe Biden no Brasil.
Um documento essencial, que todo brasileiro deveria ler para saber onde é que está pisando.
Espalhe!
Está vindo não um terremoto mas um furacão junto com um tornado!!!!