Reagir sim, agora!
Já passou da hora. Onde está o patriotismo de ao menos metade desse Brasil?
Ou vamos esperar mais uma rasteira? O buraco já aumentou.
É, reagir é a única solução. Mas reagir não pode ser a qualquer custo não. Nos temos muita coisa a perder. Eles não têm nada, tanto assim que metem os pés pelas mãos a todo instante.
Na verdade esse é o nosso principal erro. pensar que essas atitude deles os tornam melhore, ou mais poderosos. É o contrário. O que eles fazem e destruir uma construção que ainda não esta completa. A nação brasileira ainda é um projeto, uma experiência. Falta muito ainda pra ermos condições (e conhecimento) para instituirmos um estado nosso, democrático e de direito. Um estado em que o povo poderá ser soberano de verdade. A saberá escolher pessoas honestas e capazes pra conduzir a administração pública. Ai sim a nossa construção, como sociedade, estará completa.
Hoje, o que vemos é eles reconhecendo os erros que vêm cometendo a séculos. Estão vendo os seus desejos se esvaindo e assistindo a nossa construção de consolidar. Somos hoje muito mais vivos, muito mais participantes, vemos e sabemos de todas as tramas que fazem pra nos derrubar. Mas damos corda ao peixe e eles sabem que o anzol esta pronto.
Os da esquerda são perdedores natos, nunca conseguiram sair do res do chão. A nossa verdadeira guerra é com os falsários, chamados de centrão que se fingindo de amigos nos traem dia sim e outro também. Esse é o primeiro e maior inimigo, forte, poderoso.
A nossa técnica tem de ser a antiga: “se angu é quente comemos pelas beiradas”.
Se o inimigo é forte, poderoso, atacamos os flancos. Mas temos de aprender com eles também. Elas produzem medo, falsidades mas sem mostra a cara. Se escondem em gabinetes, jogam a culpa no idiota da esquina.
Mas alguns de nos acham que temos de enfrentar a vida de peito aberto. Ir à baralho com facas e canivetes como se isso pudesse se opor a canhões, e fuzis. Não, isso é suicídio. Eles comemoram quando isso acontece. É mais um inimigo, deles, indo pro saco.
A verdadeira resistência tem de se inteligente. temos de mostra competência, conhecimento e não coragem de heróis de novela.
Ou isso, ou vamos ter de começar de novo a construção do nosso estado democrático e de direito.
nadamos muito pra chegar aqui, de onde já vemos a praia. Agora é a hora de parar, pra fazer o desembarque seguro de quem quer a vitória completa.
Natura non facit saltus.
O castelo de cartas compradas está próximo de ruir.
O desespero bate à porta do bandido e de sua laia.
Bravata de cachaceiro não dá mais voto e as narrativas vitimistas e acusatórias nós conhecemos de cor.
O desmonte desse Estado pervertido vai durar mais de dez anos.
Talvez não estejamos aqui para ver o Brasil que queríamos, mas ele está ali e vai acontecer.
Que as futuras gerações não sejam instrumentalizadas e conheçam a história do que realmente acontece agora, para não aceitar repeti-la e se preparar melhor para a soberania que terão que construir e defender.
“Natura non facit saltus”. A natureza não dá saltos, nem obedece a imposições bruscas de revoltados ou prepotentes…
A evolução sempre dependerá dos quantos experimentaram e aprenderam com o momento histórico…
A sequência das boas ações políticas depende da compreensão que se tenha sobre a rocha sedimentada das leis naturais, que, em suma, rege a história humana.
A rebeldia à lei natural é uma ingênua hostilização ao sentido existencial, motivada pela ignorância ou alucinação estúpida de quem se arroga o direito de reorientá-la, ao sabor da sua arrogância ou psicopatia.
Quando, em meio ao trigal humano surge um joio insistente em fazer prevalecer sua intempestiva e prepotente existência, biblicamente, todos já sabem da fatalidade que o aguarda, mais cedo ou mais tarde…
No princípio, nascerá como promessa de boa colheita, até que abarque a prepotência de produzir o melhor grão. No entanto, ao amadurecer, revelar-se-á inócuo e viverá um tempo ameaçando boas plantas, pela fama que criou, embora o mérito seja do solo fértil, nunca da sua natureza.
Desafiará e ofenderá quem contradiga sua falta de grãos, até que suas raízes batam de frente com a rocha das leis naturais.
Pronto, é chegada a hora da colheita e a verdade será restabelecida.
O joio será separado do trigo e secará no chão quente, sem raiz, sem frutos, sem utilidade, a não ser o de forrar o chão fértil da história, para que um novo trigal floresça, sem outra pernóstica presença.
Se alguém dissesse há 10 ou 15 anos que ia ficar assim, ninguém acreditaria.
Mas tenho certeza que fatos vão mudar toda esta situação!
Reagir sim, agora!
Já passou da hora. Onde está o patriotismo de ao menos metade desse Brasil?
Ou vamos esperar mais uma rasteira? O buraco já aumentou.
Reagir? Somos cuzões demais, ou melhor, comece por vc Fernão? Reaja!!!
É, reagir é a única solução. Mas reagir não pode ser a qualquer custo não. Nos temos muita coisa a perder. Eles não têm nada, tanto assim que metem os pés pelas mãos a todo instante.
Na verdade esse é o nosso principal erro. pensar que essas atitude deles os tornam melhore, ou mais poderosos. É o contrário. O que eles fazem e destruir uma construção que ainda não esta completa. A nação brasileira ainda é um projeto, uma experiência. Falta muito ainda pra ermos condições (e conhecimento) para instituirmos um estado nosso, democrático e de direito. Um estado em que o povo poderá ser soberano de verdade. A saberá escolher pessoas honestas e capazes pra conduzir a administração pública. Ai sim a nossa construção, como sociedade, estará completa.
Hoje, o que vemos é eles reconhecendo os erros que vêm cometendo a séculos. Estão vendo os seus desejos se esvaindo e assistindo a nossa construção de consolidar. Somos hoje muito mais vivos, muito mais participantes, vemos e sabemos de todas as tramas que fazem pra nos derrubar. Mas damos corda ao peixe e eles sabem que o anzol esta pronto.
Os da esquerda são perdedores natos, nunca conseguiram sair do res do chão. A nossa verdadeira guerra é com os falsários, chamados de centrão que se fingindo de amigos nos traem dia sim e outro também. Esse é o primeiro e maior inimigo, forte, poderoso.
A nossa técnica tem de ser a antiga: “se angu é quente comemos pelas beiradas”.
Se o inimigo é forte, poderoso, atacamos os flancos. Mas temos de aprender com eles também. Elas produzem medo, falsidades mas sem mostra a cara. Se escondem em gabinetes, jogam a culpa no idiota da esquina.
Mas alguns de nos acham que temos de enfrentar a vida de peito aberto. Ir à baralho com facas e canivetes como se isso pudesse se opor a canhões, e fuzis. Não, isso é suicídio. Eles comemoram quando isso acontece. É mais um inimigo, deles, indo pro saco.
A verdadeira resistência tem de se inteligente. temos de mostra competência, conhecimento e não coragem de heróis de novela.
Ou isso, ou vamos ter de começar de novo a construção do nosso estado democrático e de direito.
nadamos muito pra chegar aqui, de onde já vemos a praia. Agora é a hora de parar, pra fazer o desembarque seguro de quem quer a vitória completa.
Natura non facit saltus.
O castelo de cartas compradas está próximo de ruir.
O desespero bate à porta do bandido e de sua laia.
Bravata de cachaceiro não dá mais voto e as narrativas vitimistas e acusatórias nós conhecemos de cor.
O desmonte desse Estado pervertido vai durar mais de dez anos.
Talvez não estejamos aqui para ver o Brasil que queríamos, mas ele está ali e vai acontecer.
Que as futuras gerações não sejam instrumentalizadas e conheçam a história do que realmente acontece agora, para não aceitar repeti-la e se preparar melhor para a soberania que terão que construir e defender.
“Natura non facit saltus”. A natureza não dá saltos, nem obedece a imposições bruscas de revoltados ou prepotentes…
A evolução sempre dependerá dos quantos experimentaram e aprenderam com o momento histórico…
A sequência das boas ações políticas depende da compreensão que se tenha sobre a rocha sedimentada das leis naturais, que, em suma, rege a história humana.
A rebeldia à lei natural é uma ingênua hostilização ao sentido existencial, motivada pela ignorância ou alucinação estúpida de quem se arroga o direito de reorientá-la, ao sabor da sua arrogância ou psicopatia.
Quando, em meio ao trigal humano surge um joio insistente em fazer prevalecer sua intempestiva e prepotente existência, biblicamente, todos já sabem da fatalidade que o aguarda, mais cedo ou mais tarde…
No princípio, nascerá como promessa de boa colheita, até que abarque a prepotência de produzir o melhor grão. No entanto, ao amadurecer, revelar-se-á inócuo e viverá um tempo ameaçando boas plantas, pela fama que criou, embora o mérito seja do solo fértil, nunca da sua natureza.
Desafiará e ofenderá quem contradiga sua falta de grãos, até que suas raízes batam de frente com a rocha das leis naturais.
Pronto, é chegada a hora da colheita e a verdade será restabelecida.
O joio será separado do trigo e secará no chão quente, sem raiz, sem frutos, sem utilidade, a não ser o de forrar o chão fértil da história, para que um novo trigal floresça, sem outra pernóstica presença.