Fim do Congresso não dá manchete
17 de julho de 2025 § 4 Comentários


Foram 383 a 98 votos para derrubar o decreto do ditador para impor um imposto flagrantemente inconstitucional ao favelão nacional (com o detalhe de que 243 deles, 63%, vieram de deputados de partidos subornados com um dos 37 ministérios criados por Lula para comprar votos). Ou seja, foi o Congresso Nacional atuando na mais pura expressão do seu papel de voz do povo, do qual “emana todo poder” numa democracia, e segundo a constituição ainda “vigente” no Brasil.

E bastou um para revogar a ordem expressa do povo brasileiro…
O Congresso Nacional, o último poder da república ainda em pé, é submetido, assim, ao mesmo processo de aniquilação por que passaram o Ministério Publico e o Poder Judiciário quando a ditadura anulou a condenação unânime de Lula por 9 juízes das três instâncias abaixo do STF, e desde então prende a polícia e solta todos os bandidos.

O fato de uma agressão desse calibre ser noticiada como se vê acima em três dos principais jornais do país é um retrato eloquente do papel que a imprensa pelega teve na consolidação da ditadura lulista. A anulação completa do senso critico e a subversiva incorporação como dela (e não como mero objeto de citações) da linguagem da ditadura por toda a imprensa pelega, foi o elemento decisivo para “normalizar” a anormalidade e anestesiar a população para que fosse amputada de sua voz, de sua capacidade de influenciar as decisões sobre seu próprio destino e de sua liberdade, enquanto dormia.

Essa imprensa com certeza merecerá um lugar de honra no mausoléu da ditadura, primeiro e, depois que ela tiver virado História, na eterna lista dos traidores do povo, da pátria, da família e dos leitores a quem Dante reservava o 9º e mais baixo porão do seu Inferno.
Parece que estão anestesiados!!!
Alguem ainda lê isso?
A previsão é que teremos em 2026 uma eleição limpa com a máxima higidexxx. Podemos confiar…
Quanto mais desgraçado é um povo, mais cada um cuida de si.
Como diria o Apparício Torelly: “No salve-se quem puder, salva-se quem pode e quem não pode se sacode”…
Ou: “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”…