Mais uma vez apostaram na divisão
28 de junho de 2025 § 1 Comment


O PT resolveu dobrar a aposta e agora tá mergulhado até o pescoço nessa narrativa de “ricos contra pobres”. Lançaram um vídeo novo, daqueles bem produzidos, mostrando trabalhadores carregando sacos pesados com a palavra “imposto” enquanto os engravatados desfilam com sacolinhas leves. Tudo com visual gerado por inteligência artificial, pra dar aquele toque moderno e dramático.
A ideia é mostrar que o povo tá pagando imposto até no que não deve, e os ricaços seguem de boa, quase sem contribuir. No vídeo, o narrador vai listando tudo que o trabalhador banca: pão, gás, luz, remédio da avó… E aí aparece a proposta de um “novo Imposto de Renda” — com isenção até 5 mil reais e mais imposto em cima dos “BBB”: bilionários, bancos e apostas.
Eles tão apostando que esse tipo de discurso cola forte com a base da campanha de 2026. Mas tem um porém: essa história de botar o rico como vilão pode pegar mal com aquela galera que sonha em crescer, abrir um negócio, e não quer ser vista só como dependente do Estado. Muita gente que hoje é pobre não se identifica com esse papel.
E no Congresso, o clima não tá bom. As propostas do governo tão levando bomba uma atrás da outra. A reforma do IR não andou, o governo perdeu votações e agora tá cogitando outras saídas: recorrer ao STF, cortar orçamento, dar aquela rebolada clássica de quem tá cercado.
Eles sabem que tá difícil, mas decidiram seguir esse caminho de confronto direto. A ver se cola ou se volta como bumerangue.
O percentual é a mais democrática operação matemática.
Quem ganha pouco, paga pouco imposto.
Quem ganha muito, paga muito imposto.
Qual é a dúvida?
De acordo com o programa comunista/petista de cubanização do Brasil, a única razão para se aumentar a taxação sobre os mais ricos é acelerar o empobrecimento geral da nação.
É o programa de submissão total pela escassez, promovida com a brutal taxação, fazendo com que se trabalhe mais para pagar ao Estado do que para sobreviver, sem qualquer chance de evoluir.
É a mentalidade tirânica feudal de que só o governo tem o direito de deliberar sobre a escandalosa fortuna que arrecada, para em seguida, não fazer nada para o povo e ainda flanar injustificadamente sobre a enxurrada de dinheiro dos pagadores de impostos.
Voltamos ao século XVII, graças ao embotamento cognitivo dessa corja que “tomou o poder”.
Afinal, a dúvida é quanto ao ganho dos ricos ou quanto à disparidade de renda promovida pelas próprias políticas governamentais?
Desde Margaret Thatcher, tornou-se público para qualquer mortal que não são nem os ricos, nem os pobres os responsáveis pela má distribuição de renda e sim, a POLÍTICA DESPÓTICA, OLIGÁRQUICA, CORRUPTA, ASSISTENCIALISTA, DEMAGÓGICA, CLIENTELISTA E HIPÓCRITA.