“Golpista” do relógio é solto sem tornozeleira
19 de junho de 2025 § 2 Comentários


Antônio Claudio Alves Ferreira, condenado a 17 anos de prisão pela destruição do relógio do Palácio do Planalto doado por dom João 6º e os outros “crimes” do “kit Alexandre de Moraes”, teve a progressão para o regime semiaberto quarta-feira determinada pelo juiz da Vara de Execuções Penais de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, onde ele estava detido.
A decisão teve como base o cumprimento da fração necessária da pena, mais “boa conduta”, e deveria usar tornozeleira “porque não há esse equipamento disponível no estado”.
Esse foi o combinado, o trato
Soltar bandido é extremamente “lucrativo” e o exemplo que veio de cima foi providencial.
Qual seria a pena desse marginal, caso ele tivesse pintado o relógio de batom, em vez de jogá-lo ao chão…
Estamos vivendo uma libertinagem judiciária.
Cada cabeça, uma sentença…
O “achismo” e a subjetividade substituíram a imparcialidade e tudo passa a depender da (de)formação moral e ética do juiz.