“Porque deus permite tanta injustiça”?

19 de março de 2025 § 7 Comentários

Ministro do STF André Mendonça conduziu um culto evangélico na cidade de São Paulo.

Durante um culto evangélico no domingo 16, na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pregou contra “perseguições e injustiças”.

“Por que Deus, diante de tanta injustiça, diante de tantas situações de perseguições, não intervém e faz cessar a injustiça e faz cessar as perseguições?”, interpelou o juiz do STF. “Ou ainda, quantas vezes talvez você não tenha se questionado: ‘Por que Deus permite que os ímpios prosperem, se beneficiem, vivam felizes, se realizem?”

De acordo com o juiz do STF, o tempo de Deus é diferente da realidade humana. Por isso, para Mendonça, é preciso praticar a justiça e viver pela fé, com a crença de que Deus vai intervir.

“Não entendemos”, respondeu o ministro. “Não consigo dar a resposta clara de por que Deus tolera a injustiça. O que posso dizer é que Deus está vendo todas as situações. Ele quer que você não pratique a injustiça e quer que você seja justo.”

Crédito: Paulo Figueiredo e Revista Oeste


§ 7 Respostas para “Porque deus permite tanta injustiça”?

  • carlozende disse:

    Então comece a se manifestar nas seções do “supremo”. Diga não ao Alexandre.

  • honorio sergio disse:

    È fácil botar a culpa em “Deus” comece a trabalhar ai na corte, honre seu salário (que é bem alto pelos padrões Brasileiros) ministro, se fizer a coisa certa ele está a seu lado.

  • Olavo Moraes disse:

    Covarde

  • freshclearly4260930dce disse:

    E aí me pergunto: será que ele não acredita que se posicionando sobre as ditas injustiças, mesmo que voto vencido, não ajudaria o Legislativo e o povo a se manifestar com mais firmeza e propriedade!

  • gracefullyf6aa39b6a3 disse:

    Se a justiça dos homens fosse a justiça divina, já estaríamos todos vivendo no paraíso…
    A justiça do homem é o encontro das virtudes com o bem comum.
    No entanto, o estímulo para as ações e reações humanas são os impasses naturais e a própria imperfeição humana, julgada à luz do que se considera a perfeição divina.
    Assim, a justiça do homem nasce do conhecimento da justiça natural e da formação intelectual, moral e ética de quem a produz, tornando-se um ato político de harmonia da convivência, somente se oriunda de homens dotados dessas excelências.
    Em resumíssima explanação, é imperativo que a justiça seja praticada por homens de ética ilibada e com dotes intelectuais fundamentados nas mais sólidas virtudes humanas.
    Portanto, não há justiça quando se impõe arbitrariedades, explorando-se a estupidez, pela eliminação da intelectualidade que contrarie tais objetivos e, por consequência, também o senso crítico do povo que se deseja dominar.
    Logo, o que vemos no sistema judiciário brasileiro é a antítese da justiça do homem, a desconsideração da justiça natural e um total afastamento do exemplo da justiça divina, gerando o puro totalitarismo e todas as suas excrescências políticas.

  • Maristela Sorensen disse:

    Um contra dez só Deus mesmo!!

  • Que é que DEUS tem a ver com isso tudo, a culpa toda é do André que não conserta essa GERINGONÇA, desculpe, quiz dizer Mendonça.

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